Post Malone e outros artistas cancelam turnês após baixa venda de ingressos; entenda a “febre do ponto azul”

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O mercado de shows em 2026 entrou em um período de desaceleração, em meio ao avanço da chamada “febre do ponto azul”.

Desaceleração

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A chamada “febre do ponto azul” virou o novo termo usado pela indústria para descrever um problema bem visual: o excesso de ingressos não vendidos.

“Febre do ponto azul”

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Nos mapas de venda da Ticketmaster (plataforma global de venda e distribuição de ingressos), cada assento disponível aparece como um ponto azul.

Mapas Ticketmaster

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Esse cenário tem se repetido e acabou ganhando o apelido de "blue dot fever" ou, “febre do ponto azul”, já que o fenômeno se ‘espalhou’ entre diferentes artistas.

"Blue dot fever"

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Post Malone, Meghan Trainor, Zayn e outros artistas já cancelaram ou reduziram turnês diante da baixa demanda. O caso mais recente envolve as Pussycat Dolls.

Show cancelado

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O aumento no preço dos ingressos é um dos fatores desse movimento. Em 2026, o valor médio chegou a US$ 144, contra US$ 115 no ano anterior e US$ 82 em 2020.

Aumento no preço

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Ao mesmo tempo, o setor de entretenimento enfrenta mais concorrência, como a Copa do Mundo da FIFA na América do Norte, que disputa a atenção do público.

Copa do Mundo

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Há ainda uma questão estrutural: um júri considerou a Live Nation, dona da Ticketmaster, responsável por práticas monopolistas.

Condenação Live Nation

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Ainda assim, especialistas avaliam que a decisão não deve reduzir imediatamente os preços dos ingressos, mantendo a pressão sobre artistas e produtores.

A pressão continua

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