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Anatel investiga falsos alertas de terremoto enviados pelo Google
Publicado 15/02/2025 • 08:56 | Atualizado há 1 ano
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Publicado 15/02/2025 • 08:56 | Atualizado há 1 ano
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) abriu, nesta sexta-feira (14), um processo administrativo para investigar o envio de falsos alertas de terremoto a moradores de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. As mensagens, disparadas pelo Sistema de Alertas de Terremoto do Google para dispositivos Android, causaram preocupação na população e levaram a empresa a desativar a ferramenta no Brasil.
Os alertas foram enviados por volta das 2h20 da madrugada, avisando os usuários sobre um suposto tremor de terra a cerca de 55 quilômetros da costa, na altura de Ubatuba, no litoral norte de São Paulo. No entanto, órgãos oficiais, como a Defesa Civil paulista, o Centro de Sismologia da USP e a Rede Sismográfica Brasileira, rapidamente desmentiram a informação, confirmando que não houve nenhum abalo sísmico relevante na região.
Diante do impacto da falha, a Anatel informou que vai analisar detalhadamente o funcionamento do sistema e avaliar possíveis irregularidades. “Considerando o caso noticiado e o impacto causado na população, a Anatel instaurou um processo administrativo para compreender os mecanismos de geração e disseminação de tais alertas via redes de telecomunicações”, disse a agência em nota.
A Anatel reforçou que as mensagens do Google não fazem parte do sistema oficial de alertas de desastres naturais do Brasil, o Defesa Civil Alerta. Caso sejam identificadas falhas que comprometam a credibilidade das comunicações emergenciais, a agência poderá tomar medidas para evitar novos episódios.
O Google, por sua vez, reconheceu o erro e pediu desculpas pelo ocorrido. Em comunicado, a empresa explicou que seu sistema detectou sinais incomuns de celulares na região litorânea e, por isso, acionou a notificação. Como precaução, a ferramenta foi temporariamente desativada no Brasil enquanto a companhia investiga o incidente.
A falha levanta questionamentos sobre a confiabilidade de sistemas de alerta operados por empresas privadas e a necessidade de alinhamento com órgãos oficiais para evitar alarmes falsos e o pânico desnecessário entre a população.
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