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Gleisi Hoffmann assume ministério com foco na articulação política e estabilidade
Publicado 10/03/2025 • 20:42 | Atualizado há 1 ano
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Publicado 10/03/2025 • 20:42 | Atualizado há 1 ano
KEY POINTS
A ex-presidente do PT, Gleisi Hoffmann, tomou posse nesta quarta-feira (6) como ministra da Secretaria de Relações Institucionais, cargo estratégico para a articulação política do governo federal. A cerimônia contou com a presença de lideranças políticas, incluindo o presidente da Câmara, Hugo Motta, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e o ex-presidente José Sarney. No entanto, a baixa presença de parlamentares do Centrão gerou especulações sobre os desafios que a nova ministra pode enfrentar na construção da base aliada.
Em seu discurso, Hoffmann adotou um tom conciliador e sinalizou apoio ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad, com quem tem um histórico de tensões. A ministra destacou que seu papel será de “consolidação das pautas econômicas do governo”, reconhecendo a importância da agenda liderada por Haddad para o crescimento, a geração de emprego e a renda no país. A movimentação foi interpretada como um gesto estratégico para reduzir atritos internos e fortalecer a governabilidade.
Entre as prioridades mencionadas, Hoffmann ressaltou a proposta de isenção do imposto de renda para trabalhadores que ganham até R$ 5 mil mensais, apontando a medida como essencial para a justiça tributária. O projeto, que já conta com respaldo do governo, será um dos principais desafios na articulação com o Congresso.
Nos bastidores, a nomeação de Gleisi Hoffmann reforça a estratégia do presidente Lula de reposicionar sua imagem, afastando a reputação de figura combativa e projetando um perfil de articuladora política. Além da interlocução com o Congresso, a nova ministra também desempenhará um papel fundamental na construção dos palanques para as eleições de 2026, consolidando alianças e ampliando a influência do governo nos estados e municípios.
Apesar do tom conciliador da posse, resta saber como Hoffmann conduzirá sua atuação diante das tensões internas e da necessidade de manter a estabilidade política. Sua gestão será um teste decisivo para a capacidade do governo de avançar em sua agenda econômica e consolidar a base aliada no Legislativo.
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