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Dilma continua à frente do Banco do Brics por mais 5 anos
Publicado 24/03/2025 • 16:14 | Atualizado há 11 meses
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Publicado 24/03/2025 • 16:14 | Atualizado há 11 meses
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Agência Brasil/Dilma Rousseff/X
Dilma Rousseff, ex-presidente do Brasil
A ex-presidente do Brasil, Dilma Rousseff, permanecerá no comando do Banco do Brics. A confirmação da brasileira no cargo – para o qual foi indicada em 2023, com mandato que terminaria em julho deste ano – foi feita pela ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann.
“Parabéns, presidenta Dilma Rousseff, pela recondução à presidência do Novo Banco de Desenvolvimento. Sob sua liderança, o Banco dos Brics tem desempenhado um papel fundamental no desenvolvimento dos nossos países”, postou Gleisi em suas redes sociais.
A indicação de Dilma para permanecer à frente do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB – sigla em inglês) pelos próximos cinco anos já havia sido sugerida no final do ano passado pelo presidente da Rússia, Vladimir Putin.
Segundo as normas do banco, há um rodízio de indicações para o cargo entre cada país-membro fundador do Brics, com mandatos de cinco anos. Os membros fundadores do bloco são Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.
De acordo com esse critério, a próxima indicação caberia à Rússia.
No entanto, durante o encerramento da 16ª Cúpula dos Brics, em Kazan, na Rússia, Putin já havia sinalizado a indicação de Dilma como uma estratégia para evitar “transferir todos os problemas [que devido à guerra com a Ucrânia estão associados à Rússia”, declarou o presidente russo.
Dilma assumiu a liderança do banco em março de 2023, substituindo Marcos Troyjo, que havia sido indicado pelo governo de Jair Bolsonaro. A troca de ocupantes do cargo ocorreu após Luiz Inácio Lula da Silva assumir a Presidência do Brasil.
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