Dólar sobe por aversão a risco com tarifas dos EUA em dia de formação da Ptax
Publicado 31/03/2025 • 10:50 | Atualizado há 3 dias
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Publicado 31/03/2025 • 10:50 | Atualizado há 3 dias
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Pixabay.
O dólar opera em alta nesta segunda-feira (31), após uma queda pontual nos primeiros negócios, refletindo a cautela global antes do anúncio de tarifas recíprocas pelos EUA na quarta-feira, 2 de abril.
O real acompanha as perdas de outras moedas emergentes ligadas a commodities frente a divisa americana em meio a incertezas sobre os impactos das sobretaxas americanas na inflação e desaceleração da economia.
De forma pontual, o dólar chegou a ficar praticamente estável, cotado a R$ 5,7613 (-0,01%) na mínima após a abertura. O mercado está sujeito à influência técnica da disputa pela formação da última taxa Ptax de março e do primeiro trimestre, que servirá para os ajustes dos contratos cambiais e de balanços corporativos no período.
Investidores avaliam também o boletim Focus, publicado pelo Banco Central. A mediana para a inflação suavizada nos próximos 12 meses caiu pela sétima semana consecutiva, de 5,19% para 5,15%. Um mês antes, era de 5,49%. A projeção do IPCA para 2025 ficou em 5,65% (mediana), acima do teto da meta (4,50%), enquanto a previsão para 2026 ficou em 4,50% e para 2027 em 4,0%. O Banco Central estima inflação de 5,1% em 2025 e 3,7% em 2026. A Selic projetada para o fim de 2025 segue em 15,0% pela 12a semana, indicando possível alta de 0,75 p.p. este ano.
O representante de Comércio dos EUA, Jamieson Greer, planeja uma conversa telefônica com o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, nesta segunda-feira, às vésperas do estabelecimento de tarifas prometidas pela Casa Branca sobre produtos do mundo inteiro.
Na Europa, a presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, disse que a atual situação geopolítica e econômica, incluindo a política tarifária do presidente americano, Donald Trump, “é o início de uma marcha rumo à independência” para a Europa. Já o dirigente do BCE Fabio Panetta disse que a instituição precisará ser cautelosa em relação a novos cortes de juros em meio às incertezas com política tarifária de Trump.
A prévia do CPI da Alemanha subiu 2,2% na comparação anual de março, acima da previsão (2,1%). Na sexta-feira passada, dia 28, o dólar à vista fechou a R$ 5,7618 (+0,15%) por conta dos temores de que as tarifas dos EUA provoquem desaceleração econômica. Na última semana, o dólar acumulou alta de 0,77% frente o real, mas carregava quedas de 2,61% em março e de 6,77% neste ano.
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