Com presença do príncipe William, do Reino Unido, Rio sediará o Earthshot Prize 2025
Publicado 04/04/2025 • 11:24 | Atualizado há 16 horas
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Publicado 04/04/2025 • 11:24 | Atualizado há 16 horas
KEY POINTS
Rio de Janeiro.
Unsplash.
No final de 2025, o Brasil entra em evidência ao sediar a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas da ONU, a COP30, que vai acontecer em Belém, no Pará. Neste momento em que o país torna-se o centro global de discussões sobre o meio ambiente, o Rio de Janeiro foi anunciado como a cidade-sede do Earthshot Prize 2025, premiação ambiental criada pelo príncipe William, do Reino Unido. O evento ocorrerá em novembro e será realizado pela primeira vez na América do Sul.
A cerimônia reunirá inovadores, investidores, filantropos e lideranças ambientais. Ao longo de vários dias, serão promovidos encontros para ampliar o alcance de soluções sustentáveis e estimular investimentos em projetos voltados à preservação ambiental.
Cinco projetos serão selecionados para receber o prêmio de 1 milhão de libras cada. Os finalistas participam de um programa de aceleração com duração de um ano, que inclui mentoria, apoio técnico e acesso a uma rede global de parceiros.
“É uma honra destacar as pessoas que estão tornando o mundo um lugar melhor para nós e para nossos filhos”, afirmou o príncipe William, fundador e presidente do Earthshot Prize.
Desde a criação do prêmio, foram avaliadas mais de 5.300 soluções ambientais de 141 países. Ao todo, 60 projetos foram apoiados por meio do programa de bolsas, e 20 milhões de libras foram distribuídos entre os vencedores.
A edição de 2025 ocorre no ponto médio da década Earthshot, período em que o prêmio busca impulsionar soluções para os desafios climáticos globais. Segundo os organizadores, o Brasil foi escolhido por ser um país com grande diversidade biológica e iniciativas ambientais lideradas por comunidades e empreendedores locais.
Nesta edição, foram submetidas 232 soluções da América do Sul, número que representa mais do que o dobro de 2024. O Earthshot Prize planeja visitar as cinco regiões do Brasil nos próximos meses para conhecer projetos locais e estabelecer novas parcerias.
A empresa brasileira Belterra, finalista em 2023, foi citada como exemplo de iniciativa voltada à restauração ambiental. A organização atua com pequenos e médios produtores para recuperar áreas florestais.
“Desde nossa nomeação como finalista em 2023, o Earthshot Prize ajudou nosso negócio a escalar. O prêmio ofereceu masterclasses para a equipe de liderança, orientou na captação de recursos que estruturou nossa rodada Série A e, por meio de sua rede, conectou-nos a futuros parceiros e clientes. Estou entusiasmado com a vinda do prêmio ao Brasil e espero que isso amplifique o impacto de outras organizações em nosso país”, disse Marcelo Angelo Pereti, CFO da Belterra.
Outros projetos da região também foram destacados, como a Acción Andina, que plantou quase 10 milhões de árvores em cinco países, e a Amazon Sacred Headwaters, que busca proteger 86 milhões de acres de floresta e promover uma bioeconomia regenerativa.
A presidente do conselho do Earthshot Prize, Christiana Figueres, destacou o papel dos jovens na inovação ambiental. “Estamos entusiasmados em vir ao Brasil com o Earthshot Prize. O mundo tem muito a aprender com as pessoas e comunidades brasileiras, que desenvolvem soluções transformadoras. Em especial, estamos empolgados em destacar tantos jovens que estão ultrapassando barreiras. Eles são os protagonistas dessa história”, afirmou.
Durante o ano, o Earthshot Prize realizará encontros com startups, empreendedores e comunidades locais, além de ampliar parcerias com investidores e organizações brasileiras. Também será firmada uma parceria com o Grupo Globo para divulgar as iniciativas selecionadas e reforçar a pauta ambiental.
“Earthshot reconhece o trabalho de empreendedores sociais que vão dormir e acordam todos os dias pensando em como salvar o planeta. O apoio de empresas importantes, como a Globo, pode ampliar o alcance desses projetos e da agenda ambiental. Para nós, é muito importante fazer parte de uma aliança internacional que acompanha essa pauta globalmente”, declarou Paulo Marinho, CEO da Globo.
Mais informações sobre o evento e a programação no Rio de Janeiro serão divulgadas nos próximos meses.
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