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Visto de transferência intraempresa: o boom dos brasileiros rumo aos EUA

Publicado 04/04/2025 • 17:39 | Atualizado há 12 horas

Redação Times Brasil

KEY POINTS

  • O visto L-1, que permite a empresas multinacionais transferirem executivos e profissionais com conhecimento especializado para subsidiárias nos Estados Unidos, continua em alta entre as companhias brasileiras, apesar das promessas de restrições do presidente Donald Trump.
  • O Departamento de Estado dos EUA informou que, entre janeiro e maio de 2024, foram emitidos 4.179 vistos L para cidadãos brasileiros, um aumento de 14,4% em comparação com o mesmo período de 2023.
  • O Brasil ocupa a segunda posição em emissões desse visto, atrás da Índia, que teve 18.508 autorizações. Em seguida estão a China (4.117), o México (3.074) e o Japão (3.046).
Imagem de um passaporte.

Imagem de um passaporte.

Marcelo Camargo/Agência Brasil.

O visto L-1, que permite a empresas multinacionais transferirem executivos e profissionais com conhecimento especializado para subsidiárias nos Estados Unidos, continua em alta entre as companhias brasileiras, apesar das promessas de restrições do presidente Donald Trump. Essa modalidade tem se mostrado essencial para as empresas que desejam se estabelecer ou se expandir no mercado americano.

O Departamento de Estado dos EUA informou que, entre janeiro e maio de 2024, foram emitidos 4.179 vistos L para cidadãos brasileiros, um aumento de 14,4% em comparação com o mesmo período de 2023. O Brasil ocupa a segunda posição em emissões desse visto, atrás da Índia, que teve 18.508 autorizações. Em seguida, estão a China (4.117), o México (3.074) e o Japão (3.046).

Kris Lee, advogada e sócia-gerente da LeeToledo PLLC, comentou sobre as vantagens do visto L-1: “Além de facilitar a transferência de talentos essenciais para os Estados Unidos, o L-1 permite que o profissional transfira sua família, incluindo cônjuge e filhos menores de 21 anos, que podem obter o visto L-2”, afirmou. Lee também destacou que o cônjuge pode solicitar autorização de trabalho nos EUA, o que aumenta as oportunidades de renda.

Para se qualificar ao visto L-1, o profissional deve ter trabalhado em uma empresa estrangeira por pelo menos um ano contínuo nos últimos três anos, e a empresa nos EUA deve manter uma relação qualificada com a do exterior, como matriz e filial. O cargo nos EUA deve ser executivo, gerencial ou exigir conhecimento especializado.

A advogada ressalta a importância de planejar adequadamente e seguir as regulamentações imigratórias: “Contar com assessoria jurídica especializada é essencial para navegar pelas complexidades do processo e assegurar que todos os critérios sejam atendidos adequadamente”, aconselha.

“Com o visto L-1, empresas brasileiras têm a oportunidade de fortalecer suas operações nos Estados Unidos, aproveitando o conhecimento e a experiência de seus profissionais-chave para impulsionar o crescimento e a competitividade no mercado americano”, conclui.

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