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CEO da Mattel diz que a fabricação de brinquedos não chegará à América, mas os aumentos de preços virão
Publicado 06/05/2025 • 11:01 | Atualizado há 8 meses
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Publicado 06/05/2025 • 11:01 | Atualizado há 8 meses
KEY POINTS
Em julho de 2024, a Mattel apresentou a primeira boneca Barbie Fashionista cega e a boneca Barbie Fashionista negra com síndrome de Down
Divulgação
Um dos objetivos das tarifas de 145% impostas pelo presidente Donald Trump contra a China é levar a produção de volta aos Estados Unidos. Mas as chances disso acontecer são baixas, pelo menos no que diz respeito a brinquedos.
“Não prevemos que isso aconteça”, disse o CEO da Mattel, Ynon Kreiz, no programa “Squawk Box” da CNBC nesta terça-feira (06), menos de um dia após a empresa ter retirado suas metas financeiras anuais.
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“Precisamos lembrar que uma parte significativa da criação de brinquedos acontece nos Estados Unidos”, disse ele. “Design, desenvolvimento, engenharia de produto e gestão de marca acontecem nos Estados Unidos. Fabricar e produzir produtos em outros países nos permite criar produtos de qualidade a preços acessíveis.”
A Mattel vem diversificando sua produção global há quase uma década, em um esforço para reduzir sua dependência da China. Até o final do ano, menos de 40% dos produtos da Mattel serão provenientes do país. Kreiz observou que, em dois anos, nenhum país representará mais de 25% do fornecimento da Mattel.
Enquanto isso, a Mattel está tomando medidas mitigadoras para compensar totalmente os custos associados à guerra comercial de Trump com a China, incluindo o aumento de preços nos EUA, enquanto busca manter o custo de muitos brinquedos baixo.
A empresa espera manter entre 40% e 50% de seus produtos abaixo de US$ 20, de acordo com Eric Handler, analista da Roth.
“Isso é algo com o qual estamos comprometidos”, disse Kreiz. “Continuar a criar produtos de qualidade e encontrar o equilíbrio certo entre preço e valor, tudo a serviço do consumidor.”
Desde o anúncio das tarifas em 2 de abril, as ações da Mattel caíram cerca de 19%.
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Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
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