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Bolsas da Europa fecham em alta com impulso do setor de defesa e dados econômicos positivos
Publicado 15/05/2025 • 15:22 | Atualizado há 9 meses
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Publicado 15/05/2025 • 15:22 | Atualizado há 9 meses
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Bolsas da Europa
As bolsas europeias fecharam em alta nesta quinta-feira (15) com impulso de ações do setor de defesa, enquanto investidores analisavam dados econômicos e balanços corporativos da região. Também estavam no radar dos investidores a política tarifária do governo Trump e as negociações entre Rússia e Ucrânia.
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Em Londres, o FTSE 100 avançou 0,57%, aos 8.633,75 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,72%, aos 23.695,59 pontos. Já o CAC 40, em Paris, avançou 0,21%, a 7.853,47 pontos, na máxima do dia. O FTSE MIB, de Milão, subiu 0,15%, encerrando na máxima do dia, aos 40.418,82 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 subiu 0,21%, aos 7.191,82 pontos. O Ibex 35, de Madri, avançou 0,65%, a 13.930,20 pontos. Os números são preliminares.
As ações de defesa reagiram positivamente após o ministro alemão Johann Wadephul apoiar a proposta de Donald Trump para que países da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) elevem gastos militares a 5% do PIB. A alemã Hensoldt disparou 8,8%; Rheinmetall subiu 5,7%; a italiana Kongsberg 3%; e a britânica BAE Systems avançou 3,2%.
Por outro lado, o subíndice de petróleo e gás caiu 1,2%, após Trump sinalizar que os EUA estariam perto de um acordo nuclear com o Irã. Entre os destaques negativos, a ThyssenKrupp despencou 12,5% após divulgar resultados abaixo do esperado.
No front geopolítico, a União Europeia defendeu um acordo comercial com cortes tarifários mais amplos do que os feitos com Reino Unido e China. O comissário Maros Sefcovic afirmou que “sem tarifas, EUA e UE não seriam um problema um para o outro”.
Investidores também estão atentos ao primeiro encontro direto em três anos entre representantes de Rússia e Ucrânia, que deve ocorrer nesta quinta. Um assessor do presidente Vladimir Putin afirmou que o objetivo é construir uma paz duradoura.
Na agenda econômica, o PIB da zona do euro cresceu 0,3% no 1º trimestre, levemente abaixo da estimativa inicial. Já o Reino Unido surpreendeu com expansão de 0,7%. A produção industrial da zona do euro também superou expectativas, com alta de 2,6% em março ante fevereiro.
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