Embraer lança programa para aumentar eficiência na cadeia de suprimentos
Publicado 25/11/2024 • 11:37 | Atualizado há 6 meses
ALERTA DE MERCADO
Trump bloqueia venda de chips à China; ações das fabricantes despencam
Trump diz que não está “se acovardando” das tarifas: “Isso se chama negociação”, diz
Abercrombie & Fitch sobe 25% mesmo reduzindo perspectiva de lucro devido a tarifas
O papel de Musk à frente do DOGE é “contínuo e permanente”, diz juiz federal
Número de turistas internacionais nos EUA diminui — prejuízos podem ser ‘assustadores’, estimam pesquisadores
Publicado 25/11/2024 • 11:37 | Atualizado há 6 meses
KEY POINTS
Imagem de um avião da Embraer.
Reprodução Pixabay.
A Embraer concluiu a implementação do Programa ONEChain, que visa melhorar a gestão da sua cadeia produtiva. Essa iniciativa surge em meio aos problemas que têm afetado a indústria de aviação globalmente desde a pandemia, causando atrasos na entrega de suprimentos para produção e, consequentemente, de novas aeronaves.
De acordo com a empresa, a iniciativa faz parte da estratégia de crescimento para equilibrar melhor a produção nos próximos anos e melhorar a colaboração na cadeia de suprimentos.
“Isso garante uma produção mais nivelada e uniforme dos produtos, redução nos custos fixos e variáveis e maior agilidade nos processos de tomada de decisão”, afirma Roberto Chaves, vice-presidente executivo de Compras Globais e Suprimentos da Embraer.
Em comunicado, a fabricante destaca que o ONEChain permite melhorar a governança, padronizar processos e reduzir custos e despesas. Além disso, abre espaço para aumentar a competitividade, agilidade e produtividade, assim como digitalizar e unificar grande parte dos processos.
O CEO da Embraer, Francisco Gomes Neto, afirmou recentemente que os problemas na cadeia de suprimentos são um dos maiores desafios enfrentados atualmente pela fabricante e pelo setor aéreo. No entanto, garantiu que a empresa está trabalhando para assegurar a capacidade de produção.
Durante o Embraer Investor Day, realizado na semana passada, o executivo reforçou a estratégia de distribuir a produção e o capital de giro ao longo do ano para evitar a concentração nas entregas nos últimos trimestres, como acontece atualmente.
“Começaremos a ver essa linearidade da produção em 2025, mas o movimento vai ganhar força de 2026 em diante”, afirmou Neto, destacando que isso traz maior estabilidade e previsibilidade financeira e operacional.
Mais lidas
A Ballena quer faturar R$ 160 milhões e “nadar” nos EUA
Azul entra com pedido de recuperação judicial nos Estados Unidos
“O impacto no crédito é severo”, diz Febraban sobre aumento do IOF; governo negocia ajustes
Dona da Fiat, Chrysler, Jeep, Dodge e Peugeot nomeia Antonio Filosa como novo CEO
TNT fecha patrocínio oficial com a NBA no Brasil