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“Volatilidade do Bitcoin já é menor que a do ouro”, diz executivo da VanEck
Publicado 29/05/2025 • 12:17 | Atualizado há 9 meses
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Publicado 29/05/2025 • 12:17 | Atualizado há 9 meses
KEY POINTS
O evento Bitcoin 2025, realizado em Las Vegas, colocou em evidência o novo recorde de preço do Bitcoin, que ultrapassou os US$ 111 mil. O encontro com especialistas e representantes do mercado financeiro teve a cobertura da CNBC americana, que destacou o comportamento recente do ativo.
“Uma estatística notável do último mês é que a volatilidade do Bitcoin agora é menor que a do ouro”, disse Matthew Sigel, chefe de pesquisa da VanEck. Segundo ele, essa mudança representa um marco para a criptomoeda, tradicionalmente associada a oscilações acentuadas.
O executivo explicou que o ouro sempre foi considerado um ativo de proteção em períodos de incerteza econômica, mas o recente desempenho do Bitcoin alterou essa percepção. Para algumas instituições, a queda na volatilidade justifica ampliar suas posições na criptomoeda. “Em conversas com consultores financeiros, a maior resistência que recebo é em relação à volatilidade”, disse. Segundo ele, há investidores que acreditam no potencial futuro do ativo, mas evitam se expor a quedas expressivas.
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Rodrigo Batista avaliou que o Bitcoin está consolidando sua posição como alternativa de proteção patrimonial. Para ele, o ativo disputa diretamente com o ouro esse espaço. “Estamos falando de um ativo que existe há meros 15 anos e que já está fazendo frente ao ouro”, destacou.
O especialista disse acreditar que o Bitcoin poderá, nos próximos cinco a dez anos, ultrapassar o valor total do ouro. “Eu sou do time que acredita que o Bitcoin é um ouro melhorado”, afirmou. Batista projetou que, se essa tese se confirmar, o valor unitário da criptomoeda poderia alcançar entre US$ 1,1 milhão e US$ 1,2 milhão, o que representaria uma valorização de pelo menos dez vezes em relação ao valor atual.
O chefe de pesquisa da VanEck também apontou que, nas últimas seis semanas, após anúncios de tarifas internacionais, houve um desacoplamento do Bitcoin em relação a outros ativos. Isso teria reforçado a visão de que a criptomoeda pode funcionar como ativo seguro para determinados perfis de investidores.
Para Batista, esse movimento de valorização e redução de volatilidade está favorecendo a entrada de investidores institucionais e ampliando a aceitação do ativo no mercado tradicional.
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