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França reafirma direito de Israel se defender; Grécia e Reino Unido se pronunciam
Publicado 13/06/2025 • 19:40 | Atualizado há 9 meses
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Publicado 13/06/2025 • 19:40 | Atualizado há 9 meses
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Agência Brasil
O presidente da França, Emmanuel Macron
O presidente francês, Emmanuel Macron, disse que a França “reafirma o direito de Israel de se defender e garantir sua segurança” e que o país condenou “repetidamente” o programa nuclear iraniano em andamento, tomando medidas diplomáticas apropriadas em resposta. Os comentários foram realizados em publicação no X, nesta sexta-feira (13).
“Para evitar colocar em risco a estabilidade de toda a região, apelo a todas as partes para que exerçam a máxima contenção e reduzam a tensão”, afirmou na postagem, que também menciona os esforços para proteger os cidadãos franceses, bem como as missões diplomáticas e militares da França na região. “A França está pronta para trabalhar com todos os seus parceiros para pressionar pela redução da tensão no Oriente Médio”, acrescenta.
Ainda hoje, em coletiva de imprensa, Macron pontuou que, “se Israel fosse atacado em retaliação pelo Irã, a França, se estivesse em condições de o fazer, participaria em operações de proteção e defesa”.
Autoridades marítimas da Grécia e do Reino Unido aconselharam navios mercantes a evitarem o Estreito de Ormuz após o ataque de Israel a instalações nucleares e prédios residenciais do Irã, embora o corredor crítico de petróleo permaneça aberto por enquanto.
No passado, o Irã já ameaçou fechar o Estreito de Ormuz ao tráfego marítimo. Qualquer ação que restrinja o comércio de petróleo tende a elevar os preços da commodity, e a simples percepção de ameaça à navegação já foi suficiente para fazer o Brent subir cerca de 7%.
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A Combined Maritime Force, uma coalizão naval composta por 46 nações e liderada pelos EUA, afirmou que as travessias pelo estreito – que liga o Golfo Pérsico ao Golfo de Omã – ainda não foram afetadas.
“O Estreito de Ormuz permanece aberto, e o tráfego comercial continua fluindo sem interrupções”, disse a força naval em comunicado. A nota acrescenta que os acontecimentos do último dia elevaram de forma “significativa” o risco de um conflito regional.
Armadores gregos controlam mais de um quarto da frota mundial de petroleiros. Segundo três donos de petroleiros, o governo grego pediu que os armadores informem com urgência ao Ministério da Marinha Mercante os navios que atualmente estão localizados no Golfo Pérsico, além de recomendar que eles evitem a região.
Cerca de 20 milhões de barris de petróleo bruto e derivados transitam, em média, diariamente pelo Estreito de Ormuz.
“O Estreito de Ormuz é uma via aquática crítica e sem alternativa para o comércio de petroleiros. Qualquer impedimento ou ameaça à livre movimentação de navios teria um efeito significativo na economia mundial”, afirmou a associação comercial Intertanko em comunicado.
Navios com bandeiras britânicas foram aconselhados pelo governo evitar também o sul do Mar Vermelho e o Golfo de Áden, disseram dois armadores britânicos.
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