Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Ouro fecha em baixa, apesar de renovadas tensões, dólar forte e cotação elevada
Publicado 17/06/2025 • 18:48 | Atualizado há 9 meses
ALERTA DE MERCADO:
Ações do GPA caem 2% após pedido de recuperação extrajudicial
Democratas apresentam plano para série votações sobre poderes de guerra contra o Irã
OpenAI vai adquirir startup de cibersegurança Promptfoo para reforçar a proteção de agentes de IA
Trump reforça que guerra contra o Irã vai terminar ‘muito em breve’ e fala em queda no preço do petróleo
Por que a China consegue suportar a alta do petróleo com mais facilidade do que outros países
Nvidia apoia Nscale, startup de data centers de IA, que alcança avaliação de US$ 14,6 bilhões
Publicado 17/06/2025 • 18:48 | Atualizado há 9 meses
KEY POINTS
Pixabay
Barras de ouro
O contato mais líquido do ouro fechou em baixa nesta terça-feira (17), prosseguindo a queda do metal na semana, com analistas observando uma busca limitada pelo refúgio.
Apesar da renovada escalada de tensões entre Irã e Israel, incluindo declarações que sugerem um envolvimento americano no conflito, as já elevadas cotações da commodity limitam sua demanda, enquanto o ouro é pressionado ainda por uma alta do dólar, que torna o metal, cotado no ativo, mais caro.
O contrato de ouro com vencimento em agosto recuou 0,30% na Comex, divisão de metais da Bolsa de Nova York (Nymex), encerrando o dia a US$ 3.406,9 por onça-troy.
“A escalada do conflito entre Israel e o Irã ainda não levou a uma fuga pronunciada para portos seguros. Por outro lado, a reação silenciosa sugere que a alta do preço do ouro, que atingiu quase 30% somente desde o início do ano, é cada vez mais vista como esgotada”, avalia o Commerzbank. “Isso também é corroborado pelas recentes altas acentuadas de outros metais preciosos, como prata e platina, que aparentemente estão sendo usados como alternativas ao ouro”, sugere.
Leia também:
Ouro supera os títulos do Tesouro, o iene e o franco suíço como o melhor porto seguro
Tesouro Nacional honra R$ 1,1 bilhão em dívidas garantidas pela União em maio
Tesouro Nacional honra R$ 1,1 bilhão em dívidas garantidas pela União em maio
“No entanto, o ambiente para o metal precioso permanece favorável: a incerteza geopolítica permanece alta, o conflito tarifário dos EUA provavelmente pesará sobre a economia, o que favorece taxas de juros mais baixas e, portanto, o investimento em ouro.
Os investidores provavelmente se retirarão cada vez mais dos investimentos nos EUA, a menos que haja uma reviravolta na imprevisível política tarifária dos EUA”, pondera. “Portanto, consideramos altamente provável que o ouro atinja um novo recorde em um futuro próximo, mesmo que o impulso ascendente provavelmente perca força considerável em comparação com o primeiro trimestre deste ano” projeta o banco.
Apesar do aparente alívio na inflação, o Federal Reserve (Fed) deverá deixar inalteradas as taxas de juros americanas na decisão monetária desta quarta-feira, pela quarta vez consecutiva. O consenso entre analistas consultados pelo Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, é de que dirigentes do BC americano vão adotar uma postura de “esperar para ver” os efeitos das tarifas e de tensões geopolíticas sobre as expectativas inflacionárias dos EUA.
—
📌ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL:
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Mais lidas
1
Por que a China consegue suportar a alta do petróleo com mais facilidade do que outros países
2
Gasolina e diesel podem subir no Brasil com disparada do petróleo; entenda o alerta do setor
3
“Sem paralelo e desproporcional”. Mercado jurídico questiona valores pagos pelo Master à mulher de Alexandre de Moraes
4
Petróleo amplia queda enquanto investidores avaliam comentários de Trump sobre guerra com o Irã e Estreito de Ormuz
5
Grupo Pão de Açúcar entra em recuperação extrajudicial para renegociar R$ 4,5 bilhões em dívidas