Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Vazamento expõe 16 bilhões de logins na internet; Google nega violação em sua base
Publicado 21/06/2025 • 12:55 | Atualizado há 9 meses
Preço do petróleo dispara e ultrapassa US$ 100 por barril
Trump diz que não vai assinar nenhuma lei até Congresso aprovar projeto eleitoral
Profissões manuais ganham força como “blindagem” contra a IA e atraem nova geração de trabalhadores
Preços da energia cairão quando os EUA destruírem capacidade do Irã de atacar petroleiros no Estreito de Ormuz, diz Wright
CEO da OpenAI diz aos funcionários que “decisões operacionais” das forças armadas cabem ao governo
Publicado 21/06/2025 • 12:55 | Atualizado há 9 meses
KEY POINTS
Pixabay.
Imagem ilustrativa.
Um vazamento de dados expôs 16 bilhões de credenciais, incluindo acessos a aplicativos da Apple, Meta (dona do Facebook, Instagram e WhatsApp) e Google, na que pode ser a maior violação do tipo já registrada. As informações foram divulgadas por pesquisadores da equipe de segurança da Cybernews, veículo independente especializado em notícias de segurança cibernética.
De acordo com a reportagem, os arquivos contendo dados de logins de usuários em serviços destas (e outras) empresas estavam distribuídos em 30 bancos de dados, armazenados temporariamente em servidores Elasticsearch desprotegidos, e em serviços de armazenamento em nuvem, acessíveis por breves períodos.
Ainda não se sabe quem é o responsável pelos bancos de dados, mas especialistas contatados pelos pesquisadores alertam que cibercriminosos podem usar essas informações para impulsionar campanhas de phishing, sequestro de contas, extorsão por ransomware e fraudes por comprometimento de e-mails corporativos (BEC).
Apesar de não ter como afirmar que os logins são das empresas citadas, o veículo explica que a base de dados compartilhadas incluem URLs que direcionam para essas páginas, juntamente com as credenciais, além de outras empresas como GitHub, Zoom, Twitch, plataformas governamentais e demais páginas de login.
Procurado pelo Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC, um porta-voz do Google disse que o problema “não decorreu de uma violação de dados do Google”, mas incentiva os usuários a adotarem métodos de autenticação mais seguros e sem senha, como o Passkey, além do uso de ferramentas como o Gerenciador de Senhas do Google — que ajuda a armazenar senhas com segurança e alerta o usuário em caso de violações.
A Apple, por sua vez, disse que não irá se manifestar. O Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC também procurou a Meta e aguarda resposta. O espaço segue aberto.
No entanto, é importante destacar que o número total inclui duplicidades, e o resultado real provavelmente é menor. Ainda assim o volume é impressionante, permanecendo na casa dos bilhões e segue como um dos maiores vazamentos da história, explica Dalvani Lima, especialista em Marketing Digital e Ciência de Dados da PH3A, em entrevista ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC.
Leia também:
Adidas e Dior confirmam vazamento de dados de clientes
XP confirma vazamento de dados de clientes, mas assegura que saldos não foram afetados; confira nota
“Isso não é apenas um vazamento. É um plano para exploração em massa”, afirmaram os pesquisadores. “Os cibercriminosos têm acesso sem precedentes a credenciais pessoais que podem ser usadas para sequestro de contas, roubo de identidade e ataques direcionados.”
Dalvani Lima explica que, apesar de os dados vazados terem ficado expostos na internet, não significa que qualquer pessoa possa acessá-los facilmente. A exposição ocorre em ambientes técnicos (como servidores mal configurados) ou clandestinos (dark web), exigindo conhecimento específico para localizá-los.
“São majoritariamente credenciais de login, que incluem combinações de nomes de usuário (ou e-mails) e senhas”, explica. “Há outros dados associados, como URLs de serviços online, tokens de autenticação, cookies e metadados, mas é possível dizer que no centro do vazamento estão senhas e outros dados de login em plataformas como redes sociais, plataformas de desenvolvimento, serviços de tecnologia e VPN, portais governamentais e serviços online”.
Empras que tiveram seus dados comprometidos precisam reforçar a segurança. “Elas precisam adotar estratégias de prevenção do uso indevido dessas informações vazadas, como fraudes envolvendo roubo de identidade, por exemplo”, diz Dalvani.
Para saber se teve o login comprometido, o especialista aconselha a monitorar se há tentativas de acesso às suas contas que você não reconhece. “As próprias plataformas, como Google, Facebook, por exemplo, oferecem relatórios de acessos recentes que permitem identificar potenciais tentativas que não foram feitas por você”, explica.
—
📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL:
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Mais lidas
1
Bovespa terá novo horário de negociação a partir de hoje com ajuste ao horário de verão dos EUA
2
Exclusivo: após suspender lançamento no Rio, Keeta promove demissão em massa
3
ChatGPT-5.4 chega como a IA mais prática do mercado, não a mais brilhante
4
ESPECIAL: Ligações de Vorcaro e André Esteves denunciam lado sujo nunca antes revelado no Banco Central
5
Preço do petróleo dispara e ultrapassa US$ 100 por barril