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Bitcoin pode ser “reserva de valor de todo o mundo”, afirma especialista
Publicado 12/07/2025 • 17:59 | Atualizado há 8 meses
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Publicado 12/07/2025 • 17:59 | Atualizado há 8 meses
KEY POINTS
Na sexta-feira (11), o Bitcoin atingiu uma alta histórica de US$ 118.396,01, com alta de 4%. O recorde ocorre em meio a diversas tenções comericiais, com as tarifas impostas pelo presidente americano Donald Trump.
Em entrevista exclusiva para o Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC, o gerente nacional da Bybit, Israel Buzayn, explica como a criptomoeda pode ser uma proteção para os investidores, com a volatilidade do mercado atual, e o papel desta moeda nos próximos anos.
“No futuro, a gente pode ver o Bitcoin, na verdade, sendo a reserva de valor de todo o mundo e não só do pequeno varejista”, afirmou.
De acordo com Buzayn, moedas como o dólar são atrativas para os investidores como meio de se proteger contra a inflação, porém com o recente aumento do dólar e incertezas comerciais, o uso da stablecoin como alternativa e como proteção contra a perda do poder de compra está se tornando uma tendência entre investidores brasileiros.
“Então, a gente percebe que cada vez mais o Bitcoin está se tornando essa estratégia de hedge contra problemas macroeconômicos e acaba sendo esse ponto de apoio aí em situações de incerteza”, explica.
Ele também comenta da tendência de empresas de adotarem as criptomoedas como reserva, já que muitos governos estão se tornando mais positivos ao mercado cripto, o que também pode levar essa moeda a servir como reserva para os países e instituições. “Grandes empresas já usam stablecoins para fazer transações internacionais, simplesmente pela questão de ser mais barato, de ser mais eficiente, de não ter que pedir permissão… é instantâneo”.
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Buzayn afirma que o Bitcoin ainda tem muito espaço para subir, com estimativas de que ele supere os US$130 mil. Porém, ele aponta que mesmo em mercados de alta existem correções nos preços e que é preciso pensar ao longo prazo.
Ele explica que o Bitcoin, para subir, precisa restabelecer as bases de preço antes de continuar com a alta. “O Bitcoin começa a subir, dá uma respirada e depois continua.”.
A adoção do Bitcoin por empresas em diversos lugares do mundo, como EUA e União Europeia, também apontam para uma contínua alta da moeda, e para a expansão da moedas entres empresas e governos.
Além disso, ele aponta a utilização de moedas blue chips como “um insight para os investidores”. Essas moedas de rede, consideradas investimentos mais estáveis e seguros, se beneficiam com a evolução do mercado cripto.
Outro fator importante para o mercado das criptomoedas é o apoio do presidente Trump, que anunciou um fundo específico para criptomoedas e está criando diversos projetos de lei que irão incentivar a sua utilização.
Buzayn alerta que os Bitcoins podem não ser ideais para investidores que pensam a curto prazo, já que a moeda pode e já apresentou quedas bruscas devido a volatilidade do mercado.
Para investidores de médio a longo prazo, a cripto moeda pode ser um investimento ideal. Ele recomenda que que, busca entrar nas criptomoedas “faça acumulações constantes e frequentes”, ou seja, ir aos poucos acumulando frações de Bitcoin. “O investidor de Bitcoin que está pensando no longo prazo não precisa se preocupar com o preço”.
Isso é benéfico para os investidores porque, com um mercado que pode apresentar altas e baixas, a compra do Bitcoin em frações pode gerar um preço médio da moeda mais baixo para os investidores ou possibilitar a compra de uma fração maior, por um preço menor.
“Por isso, a gente sugere que a pessoa faça esse preço médio ao longo do tempo, assim ela vai ter um preço médio melhor do que se ela tentar adivinhar qual o melhor momento de comprar ou de vender [o Bitcoin]”. Além disso, essa estratégia evita que o aporte de grandes valores de uma única vez e protege os investidores das tendências de quedas da moeda.
“É melhor a pessoa, especialmente quem está começando agora, começar a fazer pequenos aportes semanais ou mensais e ir acumulando Bitcoin ao longo do tempo, porque essas quedas podem chegar”.
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