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Zanin manda soltar lobista preso por suspeitas de corromper assessores do STJ
Publicado 18/07/2025 • 11:58 | Atualizado há 9 meses
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Publicado 18/07/2025 • 11:58 | Atualizado há 9 meses
KEY POINTS
Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Cristiano Zanin, ministro do STF
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Cristiano Zanin, determinou a libertação de Andreson de Oliveira Gonçalves. O lobista estava preso desde novembro do ano passado, acusado de liderar um esquema de corrupção com assessores do Superior Tribunal de Justiça (STJ).
A decisão foi tomada após a defesa relatar uma deterioração significativa na saúde de Andreson durante seus quase oito meses de detenção, com o apoio do procurador-geral da República, Paulo Gonet.
Após a soltura, Andreson deverá usar tornozeleira eletrônica e permanecer em sua casa, em Primavera do Leste, Mato Grosso, a uma distância de 234 km de Cuiabá. A investigação começou após o homicídio do advogado Roberto Zampieri, em dezembro de 2023, em Cuiabá.
O Ministério Público de Mato Grosso, ao acessar o celular de Zampieri, encontrou conversas com desembargadores, enviadas ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Analisando as mensagens, o CNJ identificou suspeitas de que Zampieri comprava decisões judiciais de desembargadores de Mato Grosso e tinha conexão com um lobista em Brasília que alegava ter acesso a gabinetes de ministros do STJ.
Esse lobista era Andreson, com quem Zampieri trocava mensagens onde se discutiam minutas de decisões antecipadas do STJ e pagamentos a assessores em troca de decisões favoráveis.
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Com esses indícios, a Polícia Federal iniciou a Operação Sisamnes, resultando na prisão de Andreson em novembro do ano anterior.
As investigações revelaram transferências de empresas de Andreson para agentes públicos, incluindo R$ 4 milhões a um servidor do STJ que atuou em gabinetes de duas ministras.
Embora o inquérito sobre os assessores do STJ esteja quase concluído, não foram encontradas conexões diretas de Andreson com os ministros.
Contudo, a Polícia Federal, em outra linha de investigação, identificou ligações com o empresário Haroldo Augusto Filho.
Na primeira fase da operação, o empresário mantinha contatos com filhas de ministros do STJ e mencionava esses ministros em suas conversas, além de emprestar seu avião para um magistrado. A defesa de Haroldo não quis comentar o caso.
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