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Berkshire, de Buffett, aumenta participação em cinco empresas comerciais japonesas para quase 10% cada
Publicado 17/03/2025 • 20:23 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 17/03/2025 • 20:23 | Atualizado há 2 meses
O amor de Warren Buffett pelas ações japonesas só cresce, mesmo enquanto ele vende cada vez mais ações nos Estados Unidos.
A holding Berkshire Hathaway, do investidor de 94 anos, aumentou suas participações em cinco empresas comerciais japonesas — Itochu, Marubeni, Mitsubishi, Mitsui e Sumitomo — em mais de 1 ponto percentual cada, para participações que variam de 8,5% a 9,8%, de acordo com um documento regulatório.
O “Oráculo de Omaha” afirmou em sua carta anual de 2024 que a Berkshire está comprometida com seus investimentos no Japão a longo prazo e chegou a um acordo com as empresas para ultrapassar o limite inicial de 10%.
Todas as cinco são as maiores “sogo shosha“, ou casas comerciais, do Japão, que investem em diversos setores dentro e fora do país — “de uma maneira um tanto similar à própria Berkshire”, disse Buffett. A Berkshire comprou pela primeira vez nessas empresas no verão de 2019.
Parte da estratégia de investimento envolve Buffett proteger-se do risco cambial vendendo dívida japonesa e, em seguida, embolsando a diferença entre os dividendos dos investimentos e os pagamentos de cupom de bônus que ele tem que fazer para honrar a dívida.
No final de 2024, o valor de mercado das participações japonesas da Berkshire chegou a US$ 23,5 bilhões (cerca de R$ 118 bilhões), com um custo total de US$ 13,8 bilhões (cerca de R$ 69 bilhões). O investidor elogiou as gestões das empresas, suas relações com os investidores e suas estratégias de alocação de capital.
Buffett revelou pela primeira vez suas posições japonesas em seu aniversário de 90 anos, em agosto de 2020, após fazer compras regulares na Bolsa de Valores de Tóquio, dizendo que estava “intrigado” com a oportunidade e atraído pelo crescimento dos dividendos das casas comerciais.
Em 2023, Buffett até fez uma visita ao Japão com seu sucessor designado, Greg Abel, e se encontrou com os chefes das empresas japonesas. Ele disse que gostaria que a Berkshire fosse dona das empresas para sempre.
O aluno do famoso investidor Benjamin Graham tem vendido agressivamente ações nos EUA e aumentando seu recorde de caixa para US$ 334 bilhões (cerca de R$ 1,68 trilhões). A Berkshire vendeu mais de US$ 134 bilhões (cerca de R$ 674 bilhões) em ações em 2024, principalmente reduzindo o tamanho das duas maiores participações acionárias da Berkshire — Apple e Bank of America.
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Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
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