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Biden perde a foto, Janja xinga Musk, Argentina se faz de difícil: como foi o G20 no Brasil
Publicado 19/11/2024 • 21:50 | Atualizado há 1 ano
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Publicado 19/11/2024 • 21:50 | Atualizado há 1 ano
KEY POINTS
A reunião de líderes dos países e blocos econômicos que formam o G20 no Rio de Janeiro, no Brasil, foi bem-sucedida, afirma o diplomata Roberto Abdenur, que já ocupou a embaixada em Washington.
“O que aconteceu no G20 foi uma das maiores vitórias da diplomacia brasileira na história”, afirmou ele em entrevista exclusiva ao Times Brasil – licenciado exclusivo da CNBC.
Antes de ir ao Rio de Janeiro para o encontro dos líderes do G20, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, parou na Amazônia.
Ele fez um passeio aéreo para ver a floresta do alto e visitou um museu antes de dar uma declaração –os EUA se comprometeram a destinar US$ 50 milhões (cerca de R$ 290 milhões) ao Fundo Amazônia (a Noruega anunciou uma doação ainda maior, de US$ 60 milhões).
Biden já estava no Brasil quando foi noticiado que o governo dos EUA permitiu que os ucranianos usem armas americanas para atacar território russo –uma significativa mudança de diretriz.
Em resposta, o governo russo anunciou que suas regras para uso de armas nucleares serão menos rígidas.
Sergei Lavrov, o ministro de Relações Exteriores da Rússia, estava no Rio e disse que EUA e Rússia estão perto de um conflito militar direto.
Na antevéspera da reunião de cúpula, a primeira-dama Rosângela da Silva (Janja) xingou o dono da Tesla e da rede social X (Twitter) enquanto falava em um painel do G20 Social.
A primeira-dama disse em tom de deboche: “Eu não tenho medo de vocês, inclusive, f* you (vai se f*), Elon Musk”.
O empresário respondeu na rede social X: ele reagiu com a sigla LOL (dando risadas altas, em inglês) a uma publicação com o vídeo de Janja. Em um segundo momento, o empresário também disse “Eles vão perder as próximas eleições”.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que não é preciso ofender ninguém.
Uma das iniciativas do Brasil no G20 foi o lançamento da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza.
Por pouco a Argentina não se tornou o único país membro do G20 que não aderiu à iniciativa.
Inicialmente, o país, liderado pelo ultraliberal Javier Milei, não fez parte da lista de 81 nações que integravam o grupo. Porém, em um segundo momento, foi divulgado um novo documento que, dessa vez, vinha com o nome do país.
A Argentina também protestou contra a menção a respeito de uma taxa sobre grandes fortunas no documento final do G20.
A Aliança Global contra a Fome e a Pobreza foi lançada durante a cúpula do G20 no Rio de Janeiro, reunindo 82 países e 24 organizações internacionais. A iniciativa, liderada pelo Brasil, busca erradicar a fome até 2030 por meio de ações como transferência de renda, alimentação escolar e estímulo ao emprego. Bases estratégicas serão instaladas em cidades como Brasília, Roma e Washington, promovendo a coordenação global.
O Banco Interamericano de Desenvolvimento e o Banco Mundial já anunciaram financiamentos significativos, reforçando a viabilidade do projeto. A aliança também inclui um Conselho dos Campeões, formado por lideranças mundiais, que irá facilitar parcerias e ampliar a adesão de novos países e organizações.
Na retomada da foto oficial do G20, realizada nos jardins do Museu de Arte Moderna com o Pão de Açúcar ao fundo, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, chegou atrasado, assim como Justin Trudeau e Giorgia Meloni. A imagem marcou o lançamento da Aliança Global contra a Fome e a transição da presidência do grupo para a África do Sul. Apesar da ausência inicial, Biden participou de registros posteriores ao lado de outros líderes.
O Brasil encerrou sua presidência no G20 com a entrega simbólica do comando do grupo à África do Sul, durante a cúpula no Rio de Janeiro. O presidente Lula destacou avanços como o lançamento da Aliança Global contra a Fome e a mobilização em torno do clima, ressaltando os laços entre América Latina e África. Cyril Ramaphosa, presidente sul-africano, agradeceu o legado deixado pelo Brasil e reforçou o compromisso de continuidade.
Segundo o diplomata Roberto Abdenur, o texto final mandou recados indiretos ao citar a guerra da Ucrânia e na Faixa de Gaza. “Em termos de negociações diplomáticas quando tem um corpo de 20 países muito heterogêneos, alguns muito hostis à Rússia, outros hostis a Israel, é preciso sair com um denominador comum mínimo”, disse ele.
Um dos parágrafos fala especificamente sobre Ucrânia e declara-se solidariedade com o sofrimento das pessoas, o outro pede um cessar-fogo duradouro em Gaza e o apoio decidido da comunidade internacional à criação do Estado Palestino. “São recados indiretos, o primeiro a Rússia, o segundo para Israel. Era o possível em termos de negociação diplomática em um grupo tão heterogêneo”, afirmou o diplomata.
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