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Com ouro em recordes, investidores voltam a olhar para a prata
Publicado 23/12/2025 • 08:20 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 23/12/2025 • 08:20 | Atualizado há 2 meses
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Ouro
Os preços do ouro renovaram recordes nesta terça-feira (23), se aproximando do patamar de US$ 4.500 por onça, impulsionados pela fraqueza do dólar e pela persistente incerteza geopolítica, fatores que seguem estimulando a busca por ativos de proteção. A prata acompanhou o movimento e também avançou para novas máximas históricas.
No mercado à vista, o ouro subiu 1%, para US$ 4.488,94 por onça, após tocar o recorde intradiário de US$ 4.497,55. Já os contratos futuros de ouro negociados nos Estados Unidos, com vencimento em fevereiro, avançaram 1,1%, para US$ 4.520,10.
Segundo analistas, o cenário macroeconômico permanece altamente favorável aos metais preciosos. “Expectativas de um Fed menos rígido (dovish), perda de confiança no dólar, tensões geopolíticas e compras consistentes de bancos centrais sustentam um apetite massivo pelo ouro”, afirmou Carlo Alberto De Casa, analista do Swissquote.
O dólar americano ampliou as perdas pelo segundo dia consecutivo e caminha para registrar sua maior desvalorização anual desde 2017, reforçando o apelo do ouro como reserva de valor.
No campo geopolítico, a cautela aumentou após o presidente Donald Trump ordenar, na semana passada, um “bloqueio” a navios-tanque sancionados que entram ou saem da Venezuela, além de afirmar que não descarta a possibilidade de um conflito armado.
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Paralelamente, os mercados passaram a precificar dois cortes de juros em 2026, diante de relatos de que Donald Trump pretende indicar um novo presidente para o Federal Reserve no início do próximo ano — movimento que reforçou apostas em uma política monetária mais flexível.
Nesse contexto, o ouro acumula valorização superior a 70% em 2025, refletindo a combinação de tensões geopolíticas, expectativas de juros mais baixos e a busca global por proteção.
A prata à vista avançou 0,7%, para US$ 69,51 por onça, após atingir mais cedo o recorde histórico de US$ 69,98. No acumulado do ano, o metal registra alta de 142%, sustentada por um déficit estrutural de oferta, demanda industrial robusta e forte fluxo de investimentos.
“Tanto o ouro quanto a prata continuam a atrair força compradora. Esse comportamento sugere que os níveis de US$ 4.500 e US$ 70 estão sendo vistos mais como referências psicológicas do que como tetos rígidos”, avaliou Ahmad Assiri, estrategista da Pepperstone.
Outros metais preciosos também avançaram, ampliando o rali do setor. A platina à vista subiu 3%, para US$ 2.183,90, atingindo o maior nível em mais de 17 anos, enquanto o paládio ganhou 2,8%, para US$ 1.811,20, o patamar mais alto em três anos, acompanhando a força observada no ouro e na prata.
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