Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Decisão da ANP evita redução de imposto sobre megacampo do pré-sal; entenda
Publicado 26/01/2026 • 18:52 | Atualizado há 2 meses
Ex-CEO da Uber rebatiza empresa como Atoms e amplia atuação para mineração e transporte
Open AI: Altman enfrenta questionamentos nos EUA sobre uso da IA em operações militares
Warren Buffett: dinheiro em caixa é necessário ‘como oxigênio’ – mas ‘não é um bom ativo’
EUA autorizam temporariamente compra de petróleo russo para estabilizar mercados de energia
Juiz dos EUA bloqueia intimações em investigação criminal contra presidente do Fed, Jerome Powell
Publicado 26/01/2026 • 18:52 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Divulgação/Petrobras
Setores do pré-sal foram liberados para integrar leilão
Uma decisão da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) pode evitar a redução da carga tributária sobre um dos maiores projetos do pré-sal brasileiro. Em reunião realizada nesta segunda-feira (26), a diretoria da agência manteve, por unanimidade, o campo de Raia, na bacia de Campos, classificado como um único campo de petróleo e gás. A medida abre caminho para a cobrança de Participação Especial, tributo que pode chegar a até 40% da receita líquida trimestral.
A manutenção do enquadramento rejeita um recurso apresentado pela Equinor, operadora do projeto, que defendia a divisão da área em dois campos distintos: Raia Manta e Raia Pintada. A separação permitiria diluir volumes de produção e reduzir o impacto tributário.
Com a decisão, a petroleira norueguesa precisou reapresentar um plano de desenvolvimento unificado, em conformidade com as exigências regulatórias. O novo plano também foi aprovado pela diretoria da ANP na mesma reunião.
Leia mais:
ANP aprova inclusão de 17 blocos na Oferta Permanente de Partilha
Investimentos em exploração podem chegar a US$ 1,2 bilhão até 2033
Relator do processo, o diretor Pietro Mendes afirmou que os reservatórios pertencem ao mesmo bloco exploratório (BM-C-33), compartilham uma única unidade de produção e integram um projeto único de desenvolvimento. Segundo ele, os elementos técnicos não sustentam a separação em campos distintos.
A Participação Especial é um tributo cobrado apenas sobre campos de grande volume de produção e incide sobre a receita líquida trimestral, com alíquotas progressivas que podem alcançar 40%.
O campo de Raia é operado pela Equinor, que detém 35% de participação, em parceria com a Repsol Sinopec Brasil (35%) e a Petrobras (30%). O início da produção está previsto para o primeiro semestre de 2028. As reservas recuperáveis são estimadas em cerca de 1 bilhão de barris de óleo equivalente (boe).
O projeto prevê a instalação de uma plataforma do tipo FPSO, com capacidade para produzir até 126 mil barris por dia, além de um gasoduto capaz de escoar aproximadamente 16 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Mais lidas
1
Oscar 2026: confira a lista de todos os indicados ao maior prêmio do cinema
2
Wagner Moura perde a estatueta para Michael B. Jordan; confira as 5 categorias que o Brasil disputou
3
A geladeira em miniatura é o novo Labubu
4
Regulador dos EUA ameaça tirar licenças de emissoras que fizerem coberturas críticas à guerra no Irã