Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Decisão da ANP evita redução de imposto sobre megacampo do pré-sal; entenda
Publicado 26/01/2026 • 18:52 | Atualizado há 2 horas
Canadá descarta acordo de livre comércio com a China após ameaça de tarifas de Trump
Conheça a startup de vídeos com IA que atraiu Nvidia e Alphabet e alcançou avaliação de US$ 4 bilhões
Relação entre Europa e EUA vive pior fase desde criação da Otan, diz ex-chefe da UE
Assassinato de Alex Pretti: CEOs de Minnesota pedem “desescalada imediata”
Musk: robotaxis da Tesla estarão por toda parte nos EUA até o fim do ano
Publicado 26/01/2026 • 18:52 | Atualizado há 2 horas
KEY POINTS
Credito_Divulgaçao_Petrobras
Petrobras: A FPSO P-78 é a sétima plataforma em operação no campo de Búzios, no pré-sal da Bacia de Santos
Uma decisão da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) pode evitar a redução da carga tributária sobre um dos maiores projetos do pré-sal brasileiro. Em reunião realizada nesta segunda-feira (26), a diretoria da agência manteve, por unanimidade, o campo de Raia, na bacia de Campos, classificado como um único campo de petróleo e gás. A medida abre caminho para a cobrança de Participação Especial, tributo que pode chegar a até 40% da receita líquida trimestral.
A manutenção do enquadramento rejeita um recurso apresentado pela Equinor, operadora do projeto, que defendia a divisão da área em dois campos distintos: Raia Manta e Raia Pintada. A separação permitiria diluir volumes de produção e reduzir o impacto tributário.
Com a decisão, a petroleira norueguesa precisou reapresentar um plano de desenvolvimento unificado, em conformidade com as exigências regulatórias. O novo plano também foi aprovado pela diretoria da ANP na mesma reunião.
Leia mais:
ANP aprova inclusão de 17 blocos na Oferta Permanente de Partilha
Investimentos em exploração podem chegar a US$ 1,2 bilhão até 2033
Relator do processo, o diretor Pietro Mendes afirmou que os reservatórios pertencem ao mesmo bloco exploratório (BM-C-33), compartilham uma única unidade de produção e integram um projeto único de desenvolvimento. Segundo ele, os elementos técnicos não sustentam a separação em campos distintos.
A Participação Especial é um tributo cobrado apenas sobre campos de grande volume de produção e incide sobre a receita líquida trimestral, com alíquotas progressivas que podem alcançar 40%.
O campo de Raia é operado pela Equinor, que detém 35% de participação, em parceria com a Repsol Sinopec Brasil (35%) e a Petrobras (30%). O início da produção está previsto para o primeiro semestre de 2028. As reservas recuperáveis são estimadas em cerca de 1 bilhão de barris de óleo equivalente (boe).
O projeto prevê a instalação de uma plataforma do tipo FPSO, com capacidade para produzir até 126 mil barris por dia, além de um gasoduto capaz de escoar aproximadamente 16 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Mais lidas
1
Renovação automática e gratuita da CNH vale para idosos? Entenda as regras
2
Quem é Diego Freitas? Conheça o novo CEO da Growth
3
Índia entra em alerta com surto do vírus Nipah e dezenas em quarentena
4
Trading controlada por grupo russo “some do mapa” e demite 344 no Brasil
5
Jaques Wagner pediu emprego para Mantega no Master após mercado rejeitar ex-ministro da Fazenda para a Vale