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“É um momento histórico para a filantropia brasileira”, diz fundador da Gerando Falcões sobre lançamento do Fundo Dignidade
Publicado 18/03/2025 • 16:47 | Atualizado há 1 ano
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Publicado 18/03/2025 • 16:47 | Atualizado há 1 ano
KEY POINTS
A ONG Gerando Falcões inaugurou, nesta segunda-feira (17), o Fundo Dignidade, uma iniciativa voltada para fortalecer o financiamento de seus projetos sociais. Segundo Eduardo Lira, fundador da organização, “é um momento histórico para a filantropia brasileira, para as favelas e para o combate à pobreza.”
Com quase 14 anos de atuação, a Gerando Falcões desenvolve tecnologias sociais que auxiliam na transição de pessoas da pobreza para a dignidade. O novo fundo faz parte de uma estratégia de longo prazo para garantir a continuidade desse trabalho. “Pensando no longo prazo, na perenidade, criamos um fundo com a meta de levar, nos próximos 10 anos, 1 milhão de pessoas da pobreza para a dignidade.”
Lira destacou que, para viabilizar a iniciativa, era necessário um “doador âncora”, ou seja, alguém que fizesse uma doação simbólica — essa foi feita pela Fundação Lemann, cuja família apoia a Gerando Falcões há 12 anos. Outros doadores também aderiram ao fundo, como Olímpio Matarazzo e Guilherme Benchimol.
Até o momento, o montante arrecadado chega a R$ 125 milhões, com a meta final de R$ 250 milhões. Segundo Lira, o objetivo é alcançar esse valor até 2026.
O fundador da Gerando Falcões explica que o fundo não oferece retorno financeiro aos doadores. “É uma doação filantrópica. O retorno que os doadores recebem é um país que consegue superar a pobreza”, afirma.
Os recursos serão aplicados em diversos programas sociais já desenvolvidos pela ONG, como o Favela 3D, que transforma comunidades inteiras do ponto de vista físico e humano; as ‘Maras’, voltadas para a geração de renda para mulheres em situação de extrema pobreza; e o programa ‘Decolagem’, que busca criar trilhas individuais para que famílias possam evoluir socialmente.
“A gente vai usar sempre 10% do valor aportado e, naturalmente, esse recurso vai render ao longo dos anos. A informação importante é que esse fundo precisa ser consumido em 10 anos. A gente quer consumir o recurso para acelerar a corrida social”, ressalta Lira.
Com essa estrutura de financiamento, a Gerando Falcões espera dobrar sua capacidade de atendimento a famílias vulneráveis nos próximos 10 anos. “Significa que a gente quer dobrar a nossa capacidade de atingir famílias vulneráveis na ponta”, projeta o fundador.
Além disso, o fundo trará previsibilidade para investimentos estratégicos, especialmente em inovação social e tecnologia. “Tenho viajado o mundo inteiro, feito acordos de cooperação com países como Bangladesh, que conseguiu elevar o patamar de renda da sua população, trazendo trocas muito importantes para o campo da corrida social no Brasil.”
“Assim como existe uma corrida espacial, com o homem querendo chegar a Marte, tem que haver uma corrida social. Precisamos acelerar a retirada das famílias da pobreza de forma definitiva, criando emancipação social. Não apenas passando uma demão de tinta, mas realmente estabelecendo uma rota de emancipação para o nosso povo”, finaliza o fundador da Gerando Falcões.
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