Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
CSN pode levantar mais de R$ 3 bilhões com venda de fatia na MRS
Publicado 27/11/2025 • 09:27 | Atualizado há 2 meses
IA de Elon Musk entra na mira da Justiça dos EUA; entenda
Cerebras fecha megacontrato com OpenAI e aquece corrida por chips de IA
Ataques de Trump ao Fed colocam em risco a estabilidade financeira global, alerta ex-presidente do BCE
A cartilha de Trump sobre Groenlândia, Venezuela e Irã para enfrentar a China
Ford amplia linha de SUVs de alto desempenho com modelo ‘mais acessível’
Publicado 27/11/2025 • 09:27 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Pedro Rezende / Wikimedia Commons
Locomotiva da MRS carregando um trem de minério
A CSN Mineração deve adquirir a fatia de 18,75% que sua controladora detém na MRS Logística. A operação, que envolve uma das maiores malhas ferroviárias do Brasil, é avaliada em R$ 3,26 bilhões segundo dados recentes. A operação deve dar fôlego financeiro à siderúrgica de Benjamin Steinbruch, aliviando sua estrutura de capital. A estratégia consiste em drenar recursos do robusto caixa da CSN Mineração — que somava R$ 16 bilhões ao fim do terceiro trimestre — transferindo-os para a matriz por meio da venda do ativo.
Pressionada por um fluxo de caixa operacional negativo, a prioridade da holding é reduzir o endividamento. A dívida líquida soma R$ 37,5 bilhões, com uma alavancagem de 3,14 vezes o Ebitda, acima da meta de 3 vezes. A empresa não abre ao mercado os parâmetros exatos de seus covenants (cláusulas de dívida), limitando-se a afirmar que segue em conformidade com as obrigações.
Oficialmente, a empresa limitou-se a dizer à CVM que negocia com a CSN Mineração, sem cravar, por ora, o preço ou a fatia exata que será vendida. Já ao Cade, a siderúrgica argumentou que a manobra visa centralizar a logística na subsidiária de mineração. A mudança alinharia a estrutura acionária à operação, visto que a mineradora é a principal usuária da rede para levar a produção de Minas Gerais ao litoral fluminense
CSN Infraestrutura
O movimento integra a estratégia de criação da CSN Infraestrutura, braço que consolidará os ativos logísticos do grupo, incluindo a MRS, portos e rodovias. Prevista para sair do papel nos próximos meses, a nova holding deve funcionar como veículo para a captação de ‘alguns bilhões’ em 2026, conforme adiantou o diretor financeiro Antonio Marco Rabello em recente conferência.
Leia mais:
Depois da CSN Mineração, vem aí a CSN Infraestrutura
Considerada um ativo vital para a infraestrutura nacional, a MRS controla o chamado ‘Corredor Sudeste’. São 1.700 km de trilhos interligando os estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo, rota indispensável para o escoamento de minério de ferro, carvão e aço.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Mais lidas
1
Flamengo: por que o clube ficou fora da Copinha 2026?
2
O que muda para quem já tem visto válido, após EUA congelarem concessão de vistos do Brasil?
3
Após EUA congelar concessão ao Brasil, entenda as diferenças entre os tipos de vistos americanos
4
A cartilha de Trump sobre Groenlândia, Venezuela e Irã para enfrentar a China
5
Governo reduziu a projeção e salário mínimo de 2026 passa a ser estimado em R$ 1.627