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Lula e Dilma defendem novo modelo de financiamento no Banco do Brics
Publicado 04/07/2025 • 10:45 | Atualizado há 8 meses
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Publicado 04/07/2025 • 10:45 | Atualizado há 8 meses
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Ricardo Stuckert/PR
A presidente do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), Dilma Rousseff, afirmou nesta sexta-feira (4), durante a reunião anual do Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), conhecido como ‘Banco dos Brics’, que a instituição precisa liderar esforços pela transição energética, enfrentar a exclusão digital e ampliar o financiamento em moeda local. Para ela, o NDB deve consolidar seu papel de liderança nos próximos anos.
“O NDB precisa estar na vanguarda desse esforço, ampliando os investimentos em infraestrutura verde, energia limpa, transição energética e tecnologias inteligentes para o clima”, afirmou, ressaltando que os países mais afetados por eventos climáticos extremos devem ser prioridade no financiamento.
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A ex-presidente do Brasil também destacou a importância de uma transformação digital que seja inclusiva e não aprofunde desigualdades. “Devemos garantir que a transformação digital se torne uma ferramenta de empoderamento, não de marginalização, que aumente a produtividade, promova a inovação e amplie o acesso à educação, à saúde e aos serviços públicos.”
Ao encerrar seu discurso, Dilma destacou que o banco está apenas no começo de sua trajetória. “Na próxima década, devemos consolidar nosso papel de liderança para o desenvolvimento equitativo, sustentável e autônomo em um mundo multipolar”, disse. “Que essa seja a década de ouro da instituição. Uma década em que atuemos com ousadia, pensemos a longo prazo e permaneçamos fiéis ao espírito que deu origem a essa instituição.”
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu uma reformulação no sistema financeiro internacional. Ele criticou a lentidão das instituições tradicionais em atender às demandas dos países em desenvolvimento e afirmou que “o modelo da austeridade não está certo em nenhum país do mundo”. Segundo Lula, “toda vez que se fala em austeridade, o pobre fica mais pobre e o rico fica mais rico”.
Um dos destaques do discurso foi a defesa do uso de moedas locais em financiamentos. “Atualmente, 31% dos projetos do NDB são realizados nas moedas dos países membros”, disse Lula, ao elogiar a atuação do banco sob a presidência de Dilma Rousseff.
“A discussão sobre a necessidade de uma nova moeda de comércio é extremamente importante. É complicado, eu sei. Tem problemas políticos, mas, se a gente não encontrar uma nova fórmula, a gente vai terminar o século XXI igual a gente começou o século XXI. E isso não será benéfico para a humanidade”, defendeu.
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