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Dólar fecha em R$ 5,18 e atinge menor patamar em quase 21 meses

Publicado 09/02/2026 • 18:22 | Atualizado há 1 hora

KEY POINTS

  • O valor representa o nível mais baixo registrado desde 28 de maio de 2024, quando a moeda havia chegado aos R$ 5,15.
  • Ao longo do pregão, a divisa americana oscilou entre a mínima de R$ 5,17 e a máxima de R$ 5,21, consolidando um movimento de valorização do real que acompanha o fluxo de capital estrangeiro para países emergentes em fevereiro.
  • Um dos principais gatilhos para a queda desta segunda-feira foi a notícia de que a China recomendou aos seus bancos uma menor exposição aos títulos do Tesouro Americano.

O dólar comercial encerrou as negociações desta segunda-feira (9) em queda de 0,62%, cotado a R$ 5,18. O valor representa o nível mais baixo registrado desde 28 de maio de 2024, quando a moeda havia chegado aos R$ 5,15.

Ao longo do pregão, a divisa americana oscilou entre a mínima de R$ 5,17 e a máxima de R$ 5,21, consolidando um movimento de valorização do real que acompanha o fluxo de capital estrangeiro para países emergentes em fevereiro.

A desvalorização da moeda americana foi impulsionada por um cenário de enfraquecimento global. O índice DXY, que mede a força do dólar contra uma cesta de seis moedas de mercados desenvolvidos, recuava 0,83% no fim da tarde, situando-se nos 96,826 pontos.

Fator China e Treasuries americanos

Um dos principais gatilhos para a queda desta segunda-feira foi a notícia de que a China recomendou aos seus bancos uma menor exposição aos títulos do Tesouro Americano (Treasuries). Essa movimentação estratégica do gigante asiático promoveu uma rodada de vendas da moeda em todo o mundo.

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Além da questão geopolítica envolvendo a China, outros fatores internacionais contribuíram para a dinâmica do câmbio:

  • Mercado de Trabalho nos EUA: Dados recentes mostraram que a economia americana está perdendo tração, o que pode levar o Federal Reserve (Fed) a reavaliar sua política de juros;
  • Intervenções no Iene: Expectativas de que o Japão atue para fortalecer sua moeda ajudaram a derrubar o dólar globalmente;
  • Fluxo para Emergentes: O Brasil continua atraindo investidores em busca de taxas de retorno mais elevadas em comparação aos mercados centrais.

Perspectivas para o cenário cambial em 2026

No cenário doméstico, a manutenção dessa tendência de queda depende da continuidade do apetite ao risco global e da estabilidade das projeções para os juros nos Estados Unidos.

Em contrapartida ao movimento do dólar, o euro comercial apresentou um comportamento distinto nesta segunda-feira, fechando com alta de 0,20%, cotado a R$ 6,18.

A divergência entre as duas principais moedas globais reforça que a fraqueza atual está concentrada especificamente na divisa dos EUA, motivada pela combinação de dados macroeconômicos decepcionantes e a reorganização de portfólios por parte de grandes economias como a chinesa.

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