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Haddad: empresas privadas ficaram com o “filé mignon” da logística e deixaram “osso” aos Correios
Publicado 10/12/2025 • 09:21 | Atualizado há 1 mês
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Publicado 10/12/2025 • 09:21 | Atualizado há 1 mês
KEY POINTS
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta quarta-feira (10) que o desafio dos Correios é um desequilíbrio criado após a abertura do mercado logístico. Segundo ele, empresas privadas passaram a operar apenas nos trechos mais rentáveis do setor, enquanto a estatal permaneceu responsável pelo serviço postal universal. E essa atividade, por definição, não se paga pelo valor da tarifa.
“As empresas disputaram o filé mignon da logística. O osso ficou com os correios, que é a universalização a baixo custo”, declarou o ministro, ao ser questionado por jornalistas sobre sugestões de privatização da estatal.
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Haddad explicou que o envio de correspondências para regiões remotas representa prejuízo, já que a tarifa não cobre o custo real. “Pegar uma carta aqui de Brasília e levar para a cabeça do cachorro, pelo preço da tarifa, ela não se paga”, afirmou. “O mundo inteiro encontrou uma equação para viabilizar o serviço postal universal, sem privatizar.”
Segundo Haddad, essas soluções geralmente envolvem ampliar o portfólio do operador postal com produtos de natureza financeira, previdenciária ou de seguros, estratégia que também aparece no plano de reestruturação apresentado pelos Correios.
O ministro reiterou que o governo não trabalha hoje com a hipótese de aporte fora do arcabouço fiscal e afirmou que a prioridade é concluir negociações com instituições financeiras para garantir um empréstimo de reestruturação com aval do Tesouro.
O objetivo é assegurar condições compatíveis com a recuperação da empresa. “Se for um mercado sem aval do Tesouro, você vai pagar uma taxa de juros que vai dificultar a recuperação da empresa.”
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