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Inflação desacelera em março, mas atinge maior taxa para o mês desde 2003
Publicado 11/04/2025 • 09:16 | Atualizado há 10 meses
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Publicado 11/04/2025 • 09:16 | Atualizado há 10 meses
KEY POINTS
Valter Campanato/Agência Brasil
Inflação acelera em quatro das sete capitais pesquisadas pelo IPC-S
O IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) subiu 0,56% em março, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Apesar da desaceleração em relação a fevereiro (1,31%), essa foi a maior alta para um mês de março desde 2003, quando subiu 0,71%.
Com o resultado, a inflação brasileira acumula alta de 2,04% no ano e de 5,48% nos últimos 12 meses, acima dos 5,06% observados no período anterior. O resultado continua acima do teto da meta do Banco Central, que é de 3% ao ano. A meta será considerada cumprida se a inflação ficar entre 1,5% e 4,5%.
Todos os nove grupos de produtos e serviços pesquisados tiveram alta em março. O principal impacto veio do grupo Alimentação e Bebidas (1,17%), responsável por cerca de 45% do índice do mês.
O tomate (22,55%), o ovo de galinha (13,13%) e o café moído (8,14%) puxaram a alta, enquanto o óleo de soja (-1,99%), o arroz (-1,81%) e as carnes (-1,60%) ajudaram a conter o avanço.
A alimentação fora de casa também subiu (0,77%), com destaque para o cafezinho (3,48%) e a refeição (0,86%).
No grupo Transportes (0,46%), houve alta da passagem aérea (6,91%) e dos combustíveis (0,46%), embora em ritmo menor que em fevereiro. A gasolina subiu 0,51%, contra 2,78% no mês anterior.
A inflação do grupo Habitação (0,24%) desacelerou após alta de 4,44% em fevereiro, com a energia elétrica variando apenas 0,12%. Já em Saúde e cuidados pessoais (0,43%), pesaram o plano de saúde (0,57%) e os itens de higiene pessoal (0,51%).
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