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Venda de carros importados pode crescer 24% no Brasil, puxada pela China; veja os números

Publicado 06/01/2026 • 10:55 | Atualizado há 5 dias

KEY POINTS

  • Marcelo Godoy, da Abeifa, sobre a invasão chinesa: “É uma competição saudável com as fabricantes já estabelecidas”
  • Até novembro de 2025, Abeifa registrou aumento de 30% em comparação ao mesmo período de 2024.
  • Ainda sem os números oficiais de 2025 até dezembro, a expectativa da entidade é de vendas 24,1% superiores ao registrado em 2024.

Dos 2,28 milhões de automóveis de passeio e veículos comerciais leves vendidos no Brasil de janeiro a novembro, segundo a Federação Nacional Distribuição Veículos Automotores (Fenabrave), 5,2% são das 10 marcas filiadas à Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores (Abeifa). Ao longo de onze meses, foram 119.826 carros emplacados, aumento de 30% em comparação ao mesmo período de 2024.

Ainda sem os números oficiais, a expectativa da entidade é que “baterá tranquilamente” os 130 mil emplacamentos estimados para 2025. Se confirmado, o número será 24,1% superior ao registrado em 2024.

Em entrevista à Agência DC News, o presidente da entidade, Marcelo Godoy, que também exerce o cargo de CEO da Volvo Car Brasil, afirmou que um dos pilares do crescimento é a força do mercado chinês nos carros eletrificados. Só este ano foram nove montadoras chinesas chegando ao Brasil resultado, segundo Godoy, do “fim da invasão” dos veículos chineses na Europa e da perda de espaço nos Estados Unidos.

“Essa produção tem de ir para algum lugar e a América Latina é um destino com forte potencial de consumo”, avalia. “Se levarmos em conta somente os modelos premium, o desempenho manteve-se estável, com 50 mil unidades comercializadas”, afirmou Godoy.

Leia também: Fenabrave reduz de 4,4% para 2,6% previsão de crescimento das vendas de veículos no ano

A lista de automóveis premium é composta por veículos que custam a partir de R$ 400 mil, como os Porsche, Audi, BMW, Mercedes-Benz, Volvo e Jaguar e Land Rover, para ficar em alguns exemplos. Para Godoy, os preços elevados, a manutenção considerada cara e o temor de depreciação alta no mercado de seminovos são entraves que o setor enfrenta, impedindo um volume ainda maior de vendas.

Tudo isso somado aos juros de 15% que, de acordo com projeções da indústria automotiva, só começarão a ceder no segundo semestre de 2026. “Já estamos acostumados com os percalços e vamos saber lidar com essas situações”, afirma.

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