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EXCLUSIVO: COP30 deve ampliar comércio sustentável entre Brasil e Reino Unido, diz especialista
Publicado 14/10/2025 • 07:30 | Atualizado há 3 meses
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Publicado 14/10/2025 • 07:30 | Atualizado há 3 meses
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O Brasil e o Reino Unido devem intensificar o diálogo sobre comércio sustentável durante a COP30, segundo análise de Fábio Caldas, presidente da Câmara Britânica de Comércio e Indústria no Brasil, em entrevista ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC nesta segunda-feira (13).
A conferência, que reunirá líderes globais em sustentabilidade, pode abrir novas oportunidades de negócios na economia verde. Segundo Caldas, há hoje uma combinação favorável de oferta e demanda entre os dois países, com o Brasil se destacando pela segurança alimentar e o Reino Unido pelo avanço em serviços financeiros e financiamento climático.
O especialista destacou setores estratégicos para o comércio bilateral, como energia de baixo carbono — incluindo solar, eólica e hidrogênio.
“As possibilidades são enormes”, afirmou, ressaltando o potencial de interação e expansão do trade entre os países.
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No âmbito tecnológico, o Reino Unido lidera globalmente o setor de energia eólica offshore e possui infraestrutura em desenvolvimento para produção de hidrogênio, soluções que podem ser replicadas no Brasil, segundo Fábio Caldas, presidente da Câmara Britânica de Comércio e Indústria no Brasil. Ele destacou que a matriz energética limpa brasileira oferece condições para produzir hidrogênio de baixo carbono, fortalecendo a transição energética e atraindo novos investimentos.
Além do setor energético, Caldas avaliou o intercâmbio de produtos e serviços, lembrando que a economia britânica é fortemente baseada em serviços, como educação, turismo, consultoria e assessoria técnica. Apesar do crescimento orgânico recente, ele observou que o comércio bilateral ainda não atingiu todo o seu potencial.
O especialista também comentou sobre acordos comerciais e medidas tarifárias, citando o tratado para evitar dupla tributação, assinado em 2022 e ainda pendente de ratificação no Brasil, além da possibilidade de um acordo de livre comércio entre Mercosul e Reino Unido.
“Com a conjuntura atual e o aumento das tensões comerciais, os países estão buscando acordos bilaterais com mais rapidez”, explicou.
Caldas também avaliou os impactos das mudanças tributárias, mencionando o PL 1087, que propõe taxação de 10% sobre lucros e dividendos enviados ao exterior.
“Para cada real arrecadado, ocorre uma redução de R$ 0,77 no PIB brasileiro”, afirmou, alertando que a medida pode afetar a percepção do país como destino de investimentos.
Com isso, a expectativa é que a COP30 impulsione a criação de grupos de trabalho binacionais voltados à transição energética e ao comércio de produtos de baixo impacto ambiental, consolidando novas oportunidades para empresas brasileiras e britânicas.
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