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Fachin anuncia que vai arquivar inquérito das fake news, aberto há mais de 7 anos
Publicado 09/10/2026 • 18:50 | Atualizado há 29 minutos
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Publicado 09/10/2026 • 18:50 | Atualizado há 29 minutos
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Créditos: AFP
Edson Fachin. Créditos: AFP
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, afirmou que pretende arquivar definitivamente o chamado inquérito das fake news depois da análise dos procedimentos que ainda permanecem vinculados à investigação, aberta em 2019.
Segundo a Presidência da Corte, há atualmente 104 procedimentos relacionados ao inquérito que ainda precisam passar por exame. A manifestação de Fachin ocorreu após o ministro Luiz Fux solicitar acesso às investigações.
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“Sob a atual Presidência, pretende-se concluir responsavelmente essa trajetória, com o exame dos procedimentos ainda pendentes e, uma vez cumpridas as etapas processuais necessárias, promover o arquivamento definitivo do inquérito, garantindo-se então a ampla publicidade de todos os atos e o acesso integral a que almeja o Ministro Luiz Fux”, escreveu Fachin.
De acordo com Fachin, um levantamento realizado por sua assessoria encontrou 104 procedimentos associados ao inquérito, entre petições e apurações preliminares.
Parte desse material passou por digitalização e organização, e os casos agora precisam ser avaliados individualmente antes de uma decisão sobre o destino de cada um.
A Presidência do Supremo também está examinando os procedimentos que deixaram de permanecer sob a relatoria do ministro Alexandre de Moraes.
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Siga o Times | CNBCSegundo Fachin, a análise busca separar os casos que já possuem elementos suficientes para uma decisão daqueles que ainda necessitam de medidas adicionais.
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“A Presidência do STF vem examinando quais procedimentos já dispõem de elementos suficientes para decisão e quais ainda dependem de providências complementares, consideradas as diligências realizadas e, quando necessário, o encaminhamento à autoridade policial e à Procuradoria-Geral da República”, afirmou.
O inquérito das fake news foi instaurado em 2019 por determinação do então presidente do STF, Dias Toffoli.
A investigação foi criada para apurar ameaças, ofensas e a disseminação de informações consideradas falsas contra integrantes do Supremo e seus familiares.
A abertura ocorreu em meio à repercussão de uma reportagem da revista Crusoé que mencionava Toffoli a partir de material relacionado a uma delação premiada.
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