Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
FIEMG reclama da aprovação do fim da escala 6×1 e diz temer aumento de custos e repasse de preços
Publicado 15/10/2026 • 09:12 | Atualizado há 1 hora
Ações de Nvidia, AMD e Micron caem com aprofundamento da liquidação das ações de IA
EXCLUSIVO CNBC: Bank of America prevê mais de US$ 200 milhões em despesas adicionais para remediação regulatória, diz CEO
Netflix demite mais de 1.000 funcionários, cerca de 6% de seu quadro, em meio à desaceleração do crescimento
EXCLUSIVO CNBC: CEO da Merck diz que espera reduzir o tempo de fabricação de vacina inovadora contra o câncer
OpenAI é processada em oito estados nos EUA devido a preocupações com a segurança do ChatGPT
Publicado 15/10/2026 • 09:12 | Atualizado há 1 hora
KEY POINTS
Flickr/Fiemg
Sede da Fiemg em Belo Horizonte (MG)
A Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG) afirmou que a redução da jornada de trabalho de 44h para 40h semanais pode trazer consequências significativas para a economia brasileira. Segundo a entidade de defesa das indústrias, poderá haver alguns possíveis efeitos em relação ao aumento dos custos do trabalho, à competitividade das empresas e à manutenção dos empregos formais.
“Sem aumento de produtividade, reduzir a jornada mantendo integralmente os salários significa aumentar o custo da hora trabalhada. Isso pressiona as empresas, reduz a competitividade e acaba chegando ao cidadão por meio de produtos e serviços mais caros. Não podemos tomar uma decisão dessa magnitude ignorando seus efeitos sobre emprego, renda e crescimento do país”, afirma Flávio Roscoe, presidente da FIEMG.
Antes da votação, a FIEMG havia encaminhado aos senadores um documento técnico com alertas sobre os possíveis impactos da proposta. O material destaca o aumento do custo do trabalho, os riscos para o emprego formal e para a segurança jurídica e os impactos sobre setores intensivos em mão de obra, além de defender a preservação da negociação coletiva e dos regimes especiais já pactuados.
A entidade também questiona a adoção de regras uniformes para setores com necessidades operacionais distintas. Segundo a FIEMG, indústria, comércio, serviços e saúde, entre outros, apresentam diferentes demandas que não podem ser tratadas por uma única solução.
A FIEMG também defende a preservação dos acordos e convenções coletivas como mecanismos prioritários para estabelecer jornadas e escalas de trabalho, respeitando as particularidades de cada atividade.
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCLeia também: Fim da 6×1 aprovado pelo Senado reduz jornada sem corte de salário; veja as novas regras e os prazos estipulados
A PEC que encerra o modelo de trabalho 6×1 no Brasil foi aprovada pelo Senado, em dois turnos, na noite da última quarta-feira (14). A proposta prevê o fim da escala de trabalho 6×1 e reduz a jornada máxima semanal de 44 para 40 horas, sem diminuição dos salários.
A aprovação contou com 75 votos favoráveis e apenas 1 contra, do senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS). Por ser uma proposta de emenda à Constituição, o texto não depende de sanção ou veto presidencial. Após a conclusão da tramitação na Câmara e no Senado, a emenda será promulgada pelas Mesas Diretoras das duas Casas legislativas.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
DECISÃO 2026: Flávio Bolsonaro tem 50% e Lula 49% em disputa pelo Planalto, mostra pesquisa Palver
2
Netflix demite mais de 1.000 funcionários, cerca de 6% de seu quadro, em meio à desaceleração do crescimento
3
Após aprovar fim da escala 6×1, Senado votará PEC da Segurança Pública nesta quinta-feira (15)
4
‘Yes! We Have No Bananas’; guerra no Irã encarece cadeia produtiva da fruta e pressiona mercado americano
5
Mitre tem queda de 9,3% nas vendas e fica sem lançamentos no terceiro trimestre, segundo prévia operacional