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DECISÃO 2026: Filipe Barros (PL) e Deltan Dallagnol (Novo) são eleitos para o Senado no PR
Publicado 04/10/2026 • 20:09 | Atualizado há 26 minutos
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Publicado 04/10/2026 • 20:09 | Atualizado há 26 minutos
KEY POINTS
Os eleitores do Paraná elegeram Filipe Barros (PL) e Deltan Dallagnol (Novo) para as duas vagas do estado no Senado Federal neste domingo (4).
Barros liderou a disputa e somava mais de 3,12 milhões de votos, ou cerca de 27,3% dos votos válidos, na atualização da apuração consultada. Dallagnol aparecia em seguida, com aproximadamente 2,88 milhões de votos, equivalentes a 25,2%. Os mandatos terão duração de oito anos, com início em 1º de fevereiro de 2027 e término em 31 de janeiro de 2035.
Na sequência da disputa apareciam Alexandre Curi (Republicanos), com cerca de 16,8% dos votos válidos, e Gleisi Hoffmann (PT), com aproximadamente 13,3%, segundo os dados parciais disponíveis durante a apuração.
Filipe Barros chegará ao Senado depois de dois mandatos como deputado federal pelo Paraná.
Nascido em Londrina, ele também exerceu mandato de vereador no município entre 2017 e 2018. É formado em direito pela Universidade Estadual de Londrina e atuou como advogado antes de ingressar na política.
Barros terá 35 anos e oito meses na posse e será o senador mais jovem do país desde 1903.
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Siga o Times | CNBCO primeiro suplente da chapa é Paulo Henrique Carrano Santos, e o segundo, Sergio Roberto Domingues, ambos do PL.
Na noite de sábado (3), o ministro Floriano de Azevedo Marques, do Tribunal Superior Eleitoral, havia indeferido o registro da candidatura de Dallagnol e determinado que os votos destinados a ele não fossem contabilizados.
Na manhã deste domingo, o presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, suspendeu os efeitos da decisão. Com isso, o registro de Dallagnol voltou à situação de “deferido com recurso”, e os votos dados ao candidato passaram a ser computados normalmente.
Nunes Marques não decidiu definitivamente se Dallagnol pode ou não exercer o mandato. A controvérsia sobre o registro ainda deverá ser analisada pelo plenário do TSE. Até esse julgamento, permanecem válidos os efeitos da decisão que permitiu a contabilização dos votos.
A disputa judicial está relacionada à inelegibilidade que levou à cassação do registro de Dallagnol como deputado federal em 2023. Naquele ano, o TSE concluiu por unanimidade que o então candidato havia pedido exoneração do Ministério Público Federal em circunstâncias que configuraram, segundo a Corte, fraude à Lei de Inelegibilidades.
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