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Governo Central registra déficit primário de R$ 29,2 bi em fevereiro
Publicado 08/03/2025 • 19:17 | Atualizado há 1 ano
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Publicado 08/03/2025 • 19:17 | Atualizado há 1 ano
KEY POINTS
Foto: Ascom/Casa Civil
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O Governo Central registrou um déficit primário de R$ 29,2 bilhões em fevereiro, segundo dados preliminares do Portal SIGA-Brasil e do Tesouro Nacional. O resultado representa uma melhora significativa frente ao saldo negativo de R$ 58,3 bilhões observado no mesmo mês de 2024, impulsionado por uma combinação de crescimento da arrecadação e corte de despesas.
A receita líquida totalizou R$ 144,5 bilhões, alta real de 3,7% na comparação anual. A arrecadação administrada pela Receita Federal avançou 1,6%, mas foi o Regime Geral de Previdência Social (RGPS) que puxou o crescimento, com aumento de 7,5%. Em contrapartida, as receitas não administradas recuaram 6,6% em termos reais.
No lado das despesas, a queda real de 13,4% foi impulsionada pela ausência de pagamentos de precatórios em fevereiro deste ano, que, em 2024, somaram R$ 29,5 bilhões. O governo também reduziu gastos discricionários em 12,7%, evidenciando um ritmo mais lento na execução do orçamento aprovado no PLOA-2025.
Entre as principais rubricas de despesa, os benefícios previdenciários cresceram 2,4%, acompanhando o reajuste do salário mínimo. Já o Bolsa Família sofreu um recuo real de 8%, enquanto os desembolsos com saúde e educação registraram aumentos de 19,1% e 7,2%, respectivamente.
No acumulado de janeiro e fevereiro, o Governo Central registrou um superávit primário de R$ 55,7 bilhões, frente a um saldo positivo de R$ 21,2 bilhões no mesmo período de 2024. O resultado, no entanto, reflete em parte uma mudança no calendário de pagamentos de precatórios, indicando que a melhora fiscal pode ser temporária.
Com a atividade econômica apresentando sinais de desaceleração e incertezas em torno da arrecadação ao longo do ano, especialistas alertam para a necessidade de ajustes adicionais para que o governo cumpra a meta fiscal estabelecida. O comportamento da arrecadação de impostos, especialmente do Imposto de Renda e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), será um fator determinante nos próximos meses.
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