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IPC-S desacelera em quatro capitais na segunda quadrissemana de dezembro
Publicado 17/12/2025 • 11:49 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 17/12/2025 • 11:49 | Atualizado há 2 meses
Fusões e aquisições no setor de consumo e varejo caem em 2024.
Pexels.
A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) perdeu força na segunda quadrissemana de dezembro, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (17) pela Fundação Getulio Vargas (FGV). No resultado agregado, o índice desacelerou de 0,26% para 0,24%, movimento acompanhado por quatro das sete capitais pesquisadas.
A desaceleração mais relevante foi observada em Brasília, onde o IPC-S recuou de 0,97% para 0,80%. Também houve perda de ritmo no Rio de Janeiro (de 0,32% para 0,20%), em São Paulo (de 0,07% para 0,02%) e em Belo Horizonte (de 0,14% para 0,12%). Para empresários, o dado de São Paulo — principal centro de consumo do país — sinaliza menor pressão inflacionária no curto prazo.
Por outro lado, o índice acelerou em Recife, onde subiu de 0,39% para 0,59%, além de Salvador, que saiu de -0,07% para estabilidade (0,00%), e Porto Alegre, com avanço de 0,41% para 0,45%. A leitura regional reforça um cenário ainda heterogêneo, exigindo atenção das empresas com atuação nacional.
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No atacado e na cadeia produtiva, o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) também mostrou moderação, desacelerando para 0,14% na segunda prévia de dezembro, após alta de 0,32% na mesma leitura de novembro, informou a FGV.
O principal fator foi a desaceleração do Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA-M), que passou de 0,36% para 0,12%, indicando menor pressão de custos na origem da produção. Também contribuíram o IPC-M, que recuou de 0,23% para 0,18%, e o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-M), que caiu de 0,27% para 0,22%.
Para o mercado, a combinação de IPC-S e IGP-M mais fracos reforça a percepção de desaceleração inflacionária no fim do ano, o que pode ajudar no planejamento financeiro das empresas, na renegociação de contratos indexados e na avaliação de custos operacionais. Ainda assim, o cenário segue sensível à política monetária e à evolução dos preços regionais.
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