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Justiça decide manter Sidney Oliveira, da Ultrafarma, e diretor da Fast Shop presos
Publicado 13/08/2025 • 16:39 | Atualizado há 7 meses
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Publicado 13/08/2025 • 16:39 | Atualizado há 7 meses
KEY POINTS
Sidiney Oliveira, fundador da Ultrafarma, é preso em operação do MP-SP
Reprodução/Montagem
A Justiça de São Paulo manteve os decretos de prisão de Sidney Oliveira, dono da Ultrafarma, e do diretor da Fast Shop Mário Otávio Gomes, na Operação Ícaro. As prisões são temporárias, ou seja, têm prazo de cinco dias para acabar.
Nesse período, o Ministério Público de São Paulo (MP-SP) vai ouvir funcionários das duas empresas. Os promotores justificaram que os executivos poderiam pressionar ou intimidar seus subordinados se estivessem em liberdade na fase de depoimentos.
A audiência de custódia é um procedimento padrão. Ela serve para o juiz avaliar a legalidade do cumprimento do mandado de prisão. São analisados aspectos como o tratamento dispensado ao preso. Os fundamentos que levaram ao mandado de prisão não são reavaliados.

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As sessões ocorreram no Fórum Criminal da Barra Funda, em São Paulo, por juízes designados para conduzir audiências de custódia.
A Operação Ícaro mira um suposto esquema de corrupção na Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado. De acordo com a investigação, empresas varejistas pagaram mais de R$ 1 bilhão em propinas a auditores fiscais em troca da liberação de créditos tributários.
Além da Ultrafarma e da Fast Shop, outras gigantes do mercado do varejo são investigadas.
Afora o risco de intimidação de funcionários, o Ministério Público de São Paulo também justificou que os executivos deveriam ser presos porque estariam operando o esquema nos dias atuais. A contemporaneidade é um dos requisitos para a prisão.
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