Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Ministério Público de SP cobra explicações da Meta sobre fim de checagem de fatos
Publicado 08/01/2025 • 15:44 | Atualizado há 2 anos
Lucro da Versant supera expectativas com crescimento impulsionado por plataformas digitais
Apple e Palantir caem no pré-mercado após divulgação de balanços
Preços do petróleo sobem após ataques dos EUA à ilha iraniana de Qeshm
Anthropic registrou receita de US$ 17 bilhões no terceiro trimestre e prevê US$ 895 bilhões em capex
Defesa, saúde, criptomoedas e inteligência artificial: como as eleições de meio de mandato podem mexer com o mercado de ações nos Estados Unidos
Publicado 08/01/2025 • 15:44 | Atualizado há 2 anos
KEY POINTS
O Ministério Público Federal em São Paulo (MPF/SP) enviou um ofício à Meta, nesta quarta-feira (8), para cobrar explicações sobre as mudanças nas políticas de moderação de conteúdo em suas plataformas digitais nos Estados Unidos. A Meta terá até 30 dias para responder.
A Meta controla Instagram, Facebook, WhatsApp e Threads.
No documento, o MPF/SP questiona os representantes da Meta no Brasil se as novas regras serão aplicadas também no país. Em caso afirmativo, o Ministério Público Federal quer saber “quando a empresa pretende implementá-las no Brasil e entender os detalhes dessas alterações, para avaliar em que medida elas podem, eventualmente, impactar direitos dos usuários destas plataformas que vivem em nosso país”.
Além disso, o MPF quer saber a partir de quando eventuais rompimentos com agências de checagem serão realizados e qual a extensão deste rompimento.
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCOutro ponto alvo dos questionamentos envolve “quais as violações, praticadas nas plataformas, passarão a ser consideradas, doravante, pelos responsáveis como ‘violações legais’ e ‘violações graves’.
A ordem para apresentação dessas informações está vinculada a um inquérito civil que a Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão (órgão do MPF/SP) conduz desde 2021 para investigar a conduta de plataformas digitais no enfrentamento à desinformação e à violência no mundo digital no Brasil.
O procedimento apura quais medidas as empresas responsáveis por Facebook, Instagram, Twitter, Whatsapp, Telegram, TikTok e YouTube adotam para detectar e combater ações como a produção de conteúdos falsos, o disparo de mensagens em massa e o uso de robôs e perfis fictícios.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
Após negociação com Lula, Alcolumbre garante cargos de direção no Banco do Brasil para aliados
2
Imposto Seletivo deve começar em fevereiro de 2027; governo prevê manter IPI na transição
3
‘Muito ruim’, ‘ridícula’ e ‘voluntarismo ingênuo’: economistas criticam proposta de Lara Resende para Selic a 7,5%
4
Raízen abre prazo para credores escolherem forma de pagamento de dívidas
5
Binance: Coreia do Norte nega roubo de US$ 6 bilhões em criptomoedas