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PF já abateu mais de 30 drones não autorizados em Belém durante a COP30
Publicado 08/11/2025 • 09:16 | Atualizado há 3 meses
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Publicado 08/11/2025 • 09:16 | Atualizado há 3 meses
KEY POINTS
Divulgação: Polícia Federal
PF já abateu mais de 30 drones não autorizados em Belém durante a COP30
A Polícia Federal divulgou dados parciais da operação de detecção e mitigação de drones não autorizados em áreas sensíveis relacionadas à COP30. As ações de defesa e proteção aérea são coordenadas pelo Centro Integrado de Controle de Aeronaves Remotamente Pilotadas e Contramedidas (CIC-ARP/CM), sob direção da PF e com a participação das Forças Armadas — Exército, Marinha e Força Aérea — e de outros órgãos de segurança pública.
Desde o início das operações, em 3 de novembro, o sistema de monitoramento identificou 316 aeronaves remotamente pilotadas (ARPs) irregulares e interrompeu 31 tentativas de sobrevoo em áreas de interesse estratégico, como o Aeroporto Internacional de Belém, Parque da Cidade, Porto Outeiro e Porto Miramar, além dos locais de deslocamento do presidente da República e da comitiva oficial.
Os equipamentos empregados na operação permitem detectar drones em um raio de até 10 quilômetros e realizar a neutralização em até 2 quilômetros, assegurando a integridade das operações aéreas e a proteção das autoridades e do público.
As ações de mitigação utilizam tecnologias de interferência de sinais (jammers) e sistemas de controle remoto capazes de interromper ou assumir o comando das aeronaves em voo. Além de prevenir riscos à aviação civil e à segurança institucional, essas medidas visam coibir atividades ilícitas e garantir o cumprimento das normas de espaço aéreo.
A Polícia Federal reforça que o uso de drones não autorizados está terminantemente proibido nas áreas de interesse da conferência e da segurança presidencial — especialmente nas proximidades do Aeroporto Internacional de Belém, Parque da Cidade, Porto Miramar, Porto Outeiro e em locais onde estiver o presidente da República.
Os operadores devem portar e apresentar os seguintes documentos:
O uso indevido de drones constitui infração administrativa e pode configurar crime previsto na legislação penal e aeronáutica, sujeitando o operador a sanções civis, penais e administrativas.
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A PF destacou que os números reforçam a eficácia do aparato tecnológico e operacional empregado pelo CIC-ARP/CM e pelas instituições parceiras na prevenção de incidentes e na proteção integral dos espaços aéreos estratégicos da COP30.
A corporação continuará realizando monitoramento constante e adotando medidas de neutralização sempre que necessário para garantir a segurança do evento e a integridade dos participantes.
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