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Trama golpista: Moraes dá prazo para militares de ‘ações coercitivas’ enviarem alegações finais
Publicado 25/08/2025 • 21:05 | Atualizado há 6 meses
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Publicado 25/08/2025 • 21:05 | Atualizado há 6 meses
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REUTERS/Adriano Machado
Reuters, EFE e La Nación repercutem debate sobre competência do STF no caso Bolsonaro.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a notificação da Procuradoria-Geral da República (PGR) e dos réus do núcleo três da trama golpista — também chamado de “núcleo de ações coercitivas” — para apresentarem seus argumentos finais no processo.
A PGR terá 15 dias para enviar suas alegações ao Supremo. Na sequência, começa a correr o prazo para que as defesas encaminhem seus argumentos. Essa é a última etapa antes de o processo ficar pronto para julgamento.
Em despacho publicado nesta segunda-feira (25), Moraes declarou a conclusão da instrução da ação penal — fase em que são ouvidas testemunhas e produzidas provas complementares. Com isso, o processo entra na reta final.
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Veja quem responde ao processo:
O núcleo três é formado por nove oficiais do Exército e um policial federal que, segundo a PGR, promoveram “ações táticas” para convencer e pressionar o alto comando das Forças Armadas a aderir ao golpe. Entre essas iniciativas está a “Carta ao Comandante do Exército de Oficiais Superiores da Ativa do Exército Brasileiro”, manifesto divulgado após o segundo turno das eleições de 2022 com críticas ao Poder Judiciário e referências à “insegurança jurídica e instabilidade política e social no País”.
Ainda de acordo com a PGR, os militares empreenderam “ações de campo” para o “monitoramento e neutralização de autoridades” no fim de 2022, incluindo o ministro Alexandre de Moraes e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Entre os planos citados estão o Punhal Verde e Amarelo, a Operação Copa 2022 e a Operação Luneta.
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