Produção industrial recua em 14 das 25 atividades em fevereiro ante janeiro, mostra IBGE
Publicado 02/04/2025 • 11:58 | Atualizado há 20 horas
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Publicado 02/04/2025 • 11:58 | Atualizado há 20 horas
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Siderúrgica
Reprodução Unsplash.
A ligeira queda de 0,1% na produção industrial nacional em fevereiro ante janeiro foi decorrente de perdas em 14 dos 25 ramos pesquisados no período. Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A principal influência negativa partiu de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-12,3%), após um ganho acumulado de 7,1% nos dois meses anteriores de expansão. Outras contribuições negativas relevantes foram registradas em:
Na direção oposta, entre as 11 atividades com avanços, os maiores impactos positivos foram de indústrias extrativas (2,7%) e produtos alimentícios (1,7%).
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Segundo o IBGE, o avanço de 1,5% na indústria brasileira em fevereiro de 2025 ante fevereiro de 2024 foi resultado de uma expansão na produção de 15 dos 25 ramos investigados. “Vale citar que fevereiro de 2025 (20 dias) teve 1 dia útil a mais do que igual mês do ano anterior (19)”, frisou o IBGE.
As principais influências positivas partiram de:
Na direção oposta, entre as dez atividades com redução na produção, os maiores impactos negativos foram de derivados do petróleo e biocombustíveis (-4,3%) e indústrias extrativas (-3,2%). Houve perdas significativas também em bebidas (-6,6%), celulose, papel e produtos de papel (-5,4%) e produtos de madeira (-10,4%).
O índice de difusão, que mostra a proporção de produtos com avanço na produção em relação ao mesmo mês do ano anterior, passou de 58,2% em janeiro para 55% em fevereiro. “Esse é o nono mês seguido que o porcentual fica acima de 50%, ou seja, que tem um porcentual maior de produtos com crescimento na produção. Mas faço menção que o porcentual desse mês diminui em relação aos meses anteriores”, observou André Macedo, gerente da pesquisa do IBGE. O índice de difusão de fevereiro de 2025 foi o mais brando desde junho de 2024, quando estava em 52%.
A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) projeta que para 2025, o cenário esperado é de desaceleração da atividade industrial, como resultado, sobretudo, da política monetária contracionista, em um ambiente marcado por condições financeiras já restritivas.
Além disso, segundo a Fiesp, o ano também deverá ser marcado por um ambiente externo mais adverso, sobretudo devido à elevação da incerteza econômica nos EUA e ao aumento da incerteza no comércio mundial.
Por outro lado, medidas do governo para estimular a demanda, como a liberação de recursos do FGTS e o crédito consignado privado, constituem vetores altistas para a atividade em 2025, disse a Federação.
Nesse contexto, a Fiesp mantém a projeção de crescimento de 1,3% para a produção industrial em 2025, após avanço de 3,1% em 2024.
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