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Relatório da PF revela mensagens sobre pagamentos entre Vorcaro, o cunhado e empresa de Toffoli
Publicado 12/02/2026 • 15:05 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 12/02/2026 • 15:05 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
O novo relatório da Polícia Federal entregue ao STF detalha comunicações diretas e indiretas que aprofundam a investigação sobre as relações financeiras do ministro Dias Toffoli.
Informações trazidas pela coluna da jornalista Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo, mostram que nas mensagens interceptadas, o banqueiro Daniel Vorcaro e seu cunhado, Fabiano Zettel, discutem abertamente a combinação de transferências financeiras destinadas à empresa Maridt, da qual o magistrado é sócio.
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Um dado revelado pelo relatório da perícia é a existência de pagamentos recentes realizados em 2025, indicando que o fluxo de recursos oriundo da venda de um resort permaneceu ativo até a conclusão do negócio no ano passado. Além das tratativas financeiras entre os familiares do banqueiro, o documento aponta a existência de mensagens entre Toffoli e o próprio Vorcaro. Esses diálogos específicos não tratam de valores ou transações comerciais, limitando-se ao agendamento de encontros presenciais entre ambos.
O relatório também faz referências a confraternizações e festas organizadas pelo grupo, eventos que contariam com a presença de diversas outras autoridades que não integram a cúpula do Judiciário.
A investigação ganhou corpo após a descoberta de que o ministro é sócio de uma empresa de estrutura familiar chamada Maridt, que detinha 33% de participação no resort Tayayá. Toffoli admitiu publicamente o vínculo, explicando que recebeu recursos de forma lícita após a venda dessa cota para um fundo vinculado à teia de negócios do Banco Master.
Ele ressalta que as operações foram declaradas à Receita Federal e que, na época da transação principal, em 2021, o banqueiro Daniel Vorcaro não possuía o histórico de investigações que possui atualmente. O magistrado sustenta que sua participação na companhia é indireta e que o negócio foi concluído com lucro pelo fundo comprador, o que atestaria a lisura da transação.
A Corte agora deve analisar se a proximidade revelada pelas mensagens e os vínculos societários descritos configuram suspeição, enquanto o ministro Edson Fachin aguarda explicações formais sobre os fatos narrados pela Polícia Federal.
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