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Seis pessoas já foram presas na Operação Ícaro, que investiga esquema de corrupção que envolve Ultrafarma e Fast Shop
Publicado 14/08/2025 • 20:29 | Atualizado há 5 meses
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Publicado 14/08/2025 • 20:29 | Atualizado há 5 meses
KEY POINTS
A Justiça de São Paulo já realizou seis prisões na Operação Ícaro, que está investigando o esquema de corrupção da Ultrafarma e Fast Shop.
O Ministério Público Paulista investiga um esquema de propinas e fraudes em créditos de ICMS que pode chegar a R$ 1 bilhão de reais. Segundo as apurações, o auditor fiscal da Secretaria da Fazenda estadual Artur Gomes da Silva Neto usava o nome da mãe, uma professora aposentada, e empresas registradas em nome dela para movimentar recursos ilícitos.
Além dos seis presos – entre eles outro auditor fiscal, Marcelo de Almeida Gouveia – a Operação também investiga duas funcionárias públicas da Receita Federal, que ajudavam a administrar os pedidos de créditos de ICMS e um auditor já aposentado, que pode ter participado do esquema.
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Um casal já conhecido da polícia por estelionato, também fazia parte do esquema lavando dinheiro para Artur Gomes, segundo a promotoria. Na casa deles foram encontradas esmeraldas e uma grande quantidade de dinheiro.
Entre os bens bloqueados estão imóveis, veículos de luxo e ativos de supostos intermediários. O dono da Ultrafarma, Sidney Oliveira, e o diretor da Fast Shop, Mário Otávio Gomes, continuam presos.
Só a varejista de eletrônicos Fast Shop, por meio do diretor estatutário Mario Otávio Gomes que foi preso na última terça-feira (12), deve ter pago mais de R$ 1 bilhão em quatro anos. Assim como o dono da rede de farmácias Ultrafarma, Sidney Oliveira, teria desembolsado “centenas de milhares de reais”, de acordo com os promotores públicos.
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