Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Senado aprova projeto para tirar das regras fiscais do Fundo Social; saiba qual foi o valor
Publicado 04/12/2025 • 09:24 | Atualizado há 3 meses
Por que a China consegue suportar a alta do petróleo com mais facilidade do que outros países
Trump diz que não vai assinar nenhuma lei até Congresso aprovar projeto eleitoral
Profissões manuais ganham força como “blindagem” contra a IA e atraem nova geração de trabalhadores
Preços da energia cairão quando os EUA destruírem capacidade do Irã de atacar petroleiros no Estreito de Ormuz, diz Wright
CEO da OpenAI diz aos funcionários que “decisões operacionais” das forças armadas cabem ao governo
Publicado 04/12/2025 • 09:24 | Atualizado há 3 meses
KEY POINTS
Pixabay
Endividamento atinge grande parte das famílias, diz CNC
O Senado aprovou nesta quarta-feira (3), por 47 votos a 16, o Projeto de Lei Complementar 163/2025, que retira da meta fiscal e do limite de gastos do arcabouço cerca de R$ 1,5 bilhão em recursos do Fundo Social (FS), destinados anualmente a programas de educação e saúde. Como o texto foi alterado, volta para uma nova análise da Câmara.
O relator no Senado, Randolfe Rodrigues (PT-AP), retirou o trecho que também excluiria das regras do arcabouço todas as despesas decorrentes de empréstimos internacionais e suas contrapartidas. Segundo o relator, não houve mudança econômica que justificasse ampliar agora as exceções do arcabouço para algo que já existia.
Saiba mais:
Investidores criticam decisão da CVM que encerrou processo envolvendo conselheiros do IRB
Taxas de juros têm alta modesta na sessão, contrariando queda do dólar e dos Treasuries
“O fato de não terem incluído os gastos primários associados às operações de financiamento na ocasião mostra uma preferência do legislador à época, que entendeu que, haveria outras prioridades ou que as despesas associadas a tais empréstimos não comprometeriam o cumprimento dos limites de gastos”, disse Randolfe em seu relatório.
Senadores da oposição criticaram o projeto, afirmando que desrespeita as regras fiscais. “Se precisamos gastar mais em uma rubrica orçamentária, diminuímos de outra. Não criamos a fantasia que há espaço onde não há. Estamos varrendo para debaixo do tapete elefante que está cada vez maior”, afirmou o líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), durante a votação.
Já Randolfe argumentou que o valor representa baixo impacto. “Os gastos adicionais com educação e saúde deverão somar R$ 1,5 bilhão por ano. Parece pouco diante de um orçamento da ordem de centenas de bilhões. Mas, dada a rigidez orçamentária, há poucos recursos disponíveis para despesas discricionárias que são extremamente importantes”, citou Randolfe em seu relatório.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Mais lidas
1
Gasolina e diesel podem subir no Brasil com disparada do petróleo; entenda o alerta do setor
2
Bovespa terá novo horário de negociação a partir de hoje com ajuste ao horário de verão dos EUA
3
As 10 conquistas que levaram o Flamengo ao Top 3 do ranking mundial de clubes
4
Trump diz que guerra com o Irã “está praticamente encerrada” e que EUA consideram tomar o Estreito de Ormuz
5
Exclusivo: após suspender lançamento no Rio, Keeta promove demissão em massa