CNBC
O fundador da Uber e ex-CEO da companhia, Travis Kalanick, anunciou nesta sexta-feira (13) que renomeou sua mais recente empresa para Atoms e afirmou que está expandindo suas atividades para além do setor de alimentação, passando a atuar também nas áreas de mineração e transporte.

CNBCEx-CEO da Uber rebatiza empresa como Atoms e amplia atuação para mineração e transporte

Notícias do Brasil

Um terço dos super-ricos brasileiros evita e-commerce e só compra em lojas físicas, mostra pesquisa

Publicado 16/03/2026 • 12:51 | Atualizado há 1 hora

KEY POINTS

  • Pesquisa revela que 34% dos super-ricos brasileiros realizam poucas ou nenhuma compra no ambiente digital
  • Um em cada quatro brasileiros com renda acima de 20 salários mínimos tem até 39 anos
  • Super-ricos brasileiros representam menos de 1% da população e consomem mais por conveniência do que por ostentação
Um terço dos super-ricos brasileiros ainda prefere lojas físicas a e-commerce, diz pesquisa

A Malia é um verdadeiro hotel flutuante, com capacidade para até 12 hóspedes em oito suítes de luxo, cada uma com banheiro privativo

Foto: Northrop & Johnson

Apesar da alta renda e da forte presença digital, um terço dos super-ricos brasileiros compra pouco ou nada pela internet.

De acordo com o 1º Anuário Mosaic Insights, feito pela Serasa Experian, 34% dos brasileiros que recebem acima de 20 salários mínimos mensais realizam poucas ou nenhuma compra online.

Para esse público, a jornada pode começar no digital, mas a decisão de compra frequentemente se consolida em lojas físicas ou em canais de relacionamento personalizados.

Leia também: Oncoclínicas e Porto Seguro planejam nova sociedade; seguradora pode investir até R$ 1 bi

Digital pode ser vitrine, não destino

O levantamento indicou que a presença nas plataformas digitais não se traduz em consumo online entre os super-ricos. Mesmo conectados, boa parte desse público mantém preferência pelo ambiente físico na hora de fechar negócio.

“O estudo reforça que não existe uma estratégia única para grupos definidos por um só critério, que nesse caso é a renda. Mesmo em menos de 1% da população, temos nuances importantes a serem consideradas pelas marcas que querem se comunicar com o público de maneira eficaz”, afirma Giovana Giroto, CMO e vice-presidente de Marketing Solutions da Serasa Experian.

Para a executiva, limitar a análise à renda leva a generalizações perigosas. “Quando a leitura fica só em ‘renda alta’, a estratégia tende a virar estereótipo. O Mosaic permite enxergar múltiplas elites e diferentes jornadas, inclusive aquelas em que o digital é porta de entrada, mas não é o ponto final”, completa.

Jovens e super-ricos

O anuário também traça o perfil etário desse público. Um em cada quatro super-ricos tem até 39 anos, retrato de uma elite jovem, com carreiras aceleradas e forte espírito empreendedor.

“Quando cruzamos idade com a formação dos grupos, a leitura fica mais completa, o que muda repertório, canais e a própria lógica de decisão”, diz Giroto.

Múltiplos perfis dentro do grupo super-ricos

O estudo segmenta os super-ricos em clusters com padrões semelhantes de comportamento, momento de vida e estabilidade financeira. A concentração maior aparece no grupo

“Alta Renda e Executivos Consolidados”, que reúne 68% desse universo. Mas o anuário deixa claro que não existe uma elite única.

Entre os demais perfis mapeados, destacam-se a “Classe Média Urbana Estruturada” (12%), com vida financeira organizada e maior previsibilidade; os “Empreendedores em Crescimento” (4%) e os “Autônomos e Pequenos Empreendedores” (4%), grupos que, mesmo com renda elevada, têm jornadas mais sensíveis ao fluxo de caixa. Os demais clusters somam os 12% restantes.

Conveniência acima de ostentação

Outro dado relevante do levantamento é o padrão de consumo. Entre os super-ricos, as categorias mais relevantes são eletrônicos, delivery, farmácia, cosméticos, produtos para casa e mercado.

O perfil indica que conveniência e praticidade pesam mais do que exibição de status nas decisões de compra desse público.

Em termos populacionais, os super-ricos representam menos de 1% dos brasileiros. O recorte mais restrito, acima de 30 salários mínimos mensais, corresponde a apenas 0,4% da população, segundo a Serasa Experian.

📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL:


🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais

🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562

🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube

🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings

Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no

MAIS EM Notícias do Brasil

;