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Vacina contra herpes-zóster não será incorporada ao SUS no momento
Publicado 14/01/2026 • 11:15 | Atualizado há 2 horas
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Publicado 14/01/2026 • 11:15 | Atualizado há 2 horas
KEY POINTS
© Paulo Pinto/Agência Brasil
Vacina contra herpes-zóster
A vacina para prevenção do herpes-zóster não será incorporada ao Sistema Único de Saúde neste momento. A decisão foi anunciada pelo Ministério da Saúde, com base em parecer da Conitec, comitê responsável por avaliar a incorporação de novas tecnologias ao sistema público.
O relatório da comissão reconhece a relevância clínica do imunizante, mas aponta que o custo elevado e o impacto orçamentário inviabilizam a adoção imediata da vacina no SUS.
Segundo o documento, seriam necessárias negociações adicionais de preço para que a incorporação se tornasse financeiramente sustentável.
A vacina analisada é a recombinante adjuvada contra o herpes-zóster, indicada para idosos a partir de 80 anos e pessoas imunocomprometidas com 18 anos ou mais. O relatório da Conitec apresenta estimativas de custo considerando o tamanho da população elegível e o impacto fiscal para o sistema público de saúde.
De acordo com a comissão, embora o benefício clínico seja reconhecido, o valor atual do imunizante gera um custo considerado elevado frente às demais prioridades de saúde pública.
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O Ministério da Saúde informou que a incorporação da vacina pode ser reavaliada no futuro, caso sejam apresentados novos dados, mudanças de preço ou outros elementos que alterem o resultado da análise econômica já realizada pela Conitec.
O herpes-zóster, popularmente conhecido como cobreiro, é causado pelo vírus varicela-zóster, o mesmo da catapora. Após a infecção inicial, o vírus permanece latente no organismo e pode ser reativado ao longo da vida, especialmente em pessoas idosas ou com imunidade comprometida.
Os principais sintomas incluem dor, queimação, coceira, sensibilidade na pele, febre baixa e o surgimento de manchas vermelhas que evoluem para bolhas, geralmente restritas a um lado do corpo e seguindo o trajeto de um nervo. O quadro costuma durar de duas a três semanas.
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