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Associação Brasileira de Criptoeconomia foca em apoio técnico e institucionalização do setor

Publicado 01/03/2026 • 21:00 | Atualizado há 2 horas

KEY POINTS

  • O principal desafio da Associação Brasileira de Criptoeconomia em 2026 é atuar como uma ferramenta de apoio técnico no processo de institucionalização do mercado, disse Júlia Rosin.
  • Ela destacou que o foco da entidade será auxiliar as empresas na adaptação às novas exigências do Congresso e do Ministério da Fazenda.

O principal desafio da Associação Brasileira de Criptoeconomia em 2026 é atuar como uma ferramenta de apoio técnico no processo de institucionalização do mercado, disse Julia Rosin, presidente da Associação Brasileira de Criptoeconomia, em entrevista ao programa Cripto Brasil, do Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC.

Ela destacou que o foco da entidade será auxiliar as empresas na adaptação às novas exigências do Congresso e do Ministério da Fazenda: “O grande desafio é acompanhar esse crescimento não só internamente, mas apoiando as empresas na obtenção de licenças e nas discussões técnicas. Precisamos fazer todo esse suporte que o setor demanda para este momento de transição e amadurecimento institucional”, afirmou.

Sobre o equilíbrio entre regulação e inovação, a executiva pontuou que o gargalo atual reside na execução operacional das normas sem prejudicar a experiência do usuário. “A regulação só é prejudicial para a inovação quando se torna muito onerosa. O desafio agora é garantir que os reportes e exigências sejam feitos de forma inteligente e automatizada, mantendo os benefícios de operar com cripto para investimentos ou pagamentos”, analisou.

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Julia expressou preocupação com o impacto dos custos de back-office e capital mínimo para startups que estão começando a operar no setor. “Para uma startup pequena, ter uma estrutura robusta de pessoal para responder ao Banco Central ou ao COAF pode ser uma barreira de entrada significativa. Embora o BC busque empresas robustas, questões como o capital mínimo, que pode chegar a milhões de dólares, precisam ser reavaliadas para não sufocar novos modelos de negócio”, ponderou.

A tokenização foi apontada pela presidente como a grande ponte entre as finanças tradicionais e a inovação tecnológica, com o Brasil em posição de destaque global. “A CVM tem tido uma pegada de inovação que nos coloca à frente de outras regiões. Com a tokenização imobiliária, por exemplo, abrimos o mercado para que mais pessoas invistam com valores menores, e acredito que temos tudo para liderar esse espaço na América Latina”.

Por fim, ela reforçou que o diálogo contínuo com os órgãos reguladores é vital para garantir a segurança jurídica sem desincentivar o mercado nacional. “A regulação é uma construção viva e o trabalho está apenas começando. Precisamos ajustar pontos que ainda estão soltos com o Banco Central para equilibrar a segurança do sistema financeiro com a liberdade necessária para as empresas continuarem operando no país”.

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