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Regulação sobre staking nos EUA pode impactar inovação no setor

Publicado 02/04/2026 • 12:06 | Atualizado há 3 horas

KEY POINTS

  • A criação de soluções financeiras baseadas em total transparência e operadas por contratos inteligentes elimina ineficiências estruturais e reduz drasticamente os custos operacionais, disse Matheus Fassheber.
  • Ele explicou que o diferencial da plataforma é a descentralização e a autonomia do usuário sobre o capital.

A criação de soluções financeiras baseadas em total transparência e operadas por contratos inteligentes elimina ineficiências estruturais e reduz drasticamente os custos operacionais, disse Matheus Fassheber, cofundador da NeoBankless, em entrevista ao quadro Cripto Brasil do Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC.

Ele explicou que o diferencial da plataforma é a descentralização e a autonomia do usuário sobre o capital: “A NeoBankless foi construída 100% em blockchain, utilizando a rede Solana e rodando por contratos inteligentes auditáveis. Isso permite que a operação aconteça independente de pessoas, oferecendo uma solução autocustodial e global onde apenas o usuário tem controle total sobre seu patrimônio, sem intermediários”, detalhou.

Leia também: Tokenização de ativos pode revolucionar mercados globais

Sobre o embate regulatório nos Estados Unidos a respeito do pagamento de juros via staking, Fassheber vê um movimento de defesa das instituições tradicionais. “Há um interesse grande dos bancos em manter o controle sobre a entrega de rendimentos aos clientes. Uma eventual proibição desse tipo de atividade pode afastar investidores de soluções norte-americanas que estão reconstruindo o sistema financeiro, embora eu acredite que o mercado continuará com alto nível de liberdade nos próximos anos”, analisou.

No cenário brasileiro, o cofundador da NeoBankless criticou o elevado custo de conformidade imposto pelas novas normativas do Banco Central. “A regulação é importante para separar o joio do trigo e evitar fraudes, mas o custo operacional no Brasil tornou-se um absurdo para a inovação. Exigir um patrimônio líquido de R$ 30 milhões é desproporcional, considerando que uma licença equivalente na União Europeia custa cerca de 400 mil euros (R$ 2.390.918,00), o que acaba sufocando as startups locais”, afirmou.

Apesar das barreiras, a empresa foca inicialmente no mercado interno para atender a demanda por proteção patrimonial e exposição a ativos globais. “Nosso foco está 100% em resolver as dores dos brasileiros que buscam dolarização, soberania financeira e autocustódia. Embora nossa solução seja global por design e já tenhamos sido abordados por outros países, queremos primeiro consolidar a marca simplificando o processo de controle de capital para o público nacional”.

Quanto ao futuro do setor, o executivo projeta uma digitalização total dos ativos em um curto espaço de tempo. “É inevitável que nos próximos dois anos todo o mercado financeiro esteja em blockchain e tokenizado, operando 24 horas por dia sem fricção. O Bitcoin, especificamente, vive um momento de oportunidade institucional; bancos e governos não o veem mais apenas como risco, mas como uma necessidade de exposição, tornando sua valorização a médio e longo prazo inevitável”.

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