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Acordo UE-Mercosul abre janela para agronegócio brasileiro reposicionar imagem no exterior
Publicado 04/04/2026 • 11:13 | Atualizado há 2 horas
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Publicado 04/04/2026 • 11:13 | Atualizado há 2 horas
KEY POINTS
Imagem gerada por inteligência artificial (Microsoft Designer) | Prompt: Allan Ravagnani
Rastreabilidade no campo: produtor acompanha dados da lavoura em tempo real por tablet
A entrada em vigor provisória do acordo comercial entre a União Europeia e os países do Mercosul, marcada para 1º de maio, abre um novo ciclo para o agronegócio brasileiro. O movimento vai além do acesso tarifário, pois coloca em pauta o posicionamento do setor diante de um mercado cada vez mais orientado por critérios de origem, transparência e práticas ambientais.
O tema foi debatido pela Associação Brasileira de Marketing Rural e Agro (ABMRA), com a participação do conselheiro de comércio da Delegação da União Europeia em Brasília, Damian Vicente Lluna.
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Para Lluna, o acordo chega no momento de reconfiguração das relações comerciais globais e de maior exigência do consumidor europeu. Segundo ele, investir em rastreabilidade e novas certificações pode mudar a percepção do agro brasileiro na Europa.
“Há uma oportunidade clara de fortalecer a confiança no produto brasileiro”, afirmou. “Comprovar a origem dos produtos, garantir transparência ao longo da cadeia produtiva e evidenciar práticas alinhadas às exigências ambientais deixa de ser diferencial e passa a ser requisito básico de acesso ao mercado europeu.”
O conselheiro avaliou que a abertura comercial deve vir acompanhada de demanda cada vez maior por comprovação dessas práticas, por meio de sistemas mais robustos de controle e certificação. “O consumidor europeu valoriza a origem e as condições de produção. A capacidade de demonstrar esses atributos será determinante para ampliar espaço nesse mercado”, disse.
Nos últimos anos, os produtos agropecuários brasileiros sofreram impacto de imagem no exterior por debates ligados ao desmatamento e às práticas ambientais. Avanços recentes ajudaram a reduzir esse ruído, mas o setor ainda precisa de uma atuação mais estruturada para afirmar uma percepção positiva junto ao consumidor europeu.
O presidente da ABMRA, Ricardo Nicodemos, defende uma mudança de postura do setor diante da abertura que se aproxima.
“Estamos diante de uma oportunidade de reposicionar o agro brasileiro não apenas como fornecedor, mas como uma marca global”, afirmou. Para Nicodemos, isso passa por uma comunicação mais alinhada às demandas do mercado internacional, apoiada em dados e evidências que sustentem o acesso a mercados mais exigentes.
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