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Exportações de carne bovina batem recorde em janeiro e somam US$ 1,4 bilhão
Publicado 09/02/2026 • 13:56 | Atualizado há 2 horas
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Publicado 09/02/2026 • 13:56 | Atualizado há 2 horas
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Agência Brasil
As exportações brasileiras de carne bovina registraram o melhor desempenho já apurado para um mês de janeiro, tanto em volume quanto em receita, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, compilados pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes.
Em janeiro de 2026, o País embarcou 264 mil toneladas, avanço de 26,1% em relação ao mesmo mês de 2025. A receita somou US$ 1,404 bilhão, crescimento de 40,2% na comparação anual.
No mesmo período do ano passado, as exportações haviam alcançado 209,4 mil toneladas, com faturamento de US$ 1,002 bilhão.
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A carne bovina in natura concentrou a maior parte das vendas externas, com US$ 1,292 bilhão em receitas, equivalentes a quase 92% do valor total exportado e volume de 231,8 mil toneladas, ou 87,8% dos embarques do mês.
As carnes industrializadas responderam por US$ 58,5 milhões e 7,9 mil toneladas. Já os miúdos totalizaram US$ 37,3 milhões e 16,9 mil toneladas. Gorduras, tripas e produtos salgados também integraram a pauta exportadora.
A China manteve-se como principal destino da proteína brasileira em janeiro, com compras de US$ 657,2 milhões e 123,2 mil toneladas, o equivalente a cerca de 47% da receita e do volume exportados.
Na comparação com janeiro de 2025, quando o país asiático importou 91,2 mil toneladas, houve crescimento aproximado de 35% nos embarques.
Os Estados Unidos ocuparam a segunda posição, com aquisições de US$ 193,7 milhões e 29,9 mil toneladas – alta de cerca de 63% frente ao mesmo mês do ano anterior.
Juntos, China e EUA responderam por aproximadamente 60% do valor total exportado pelo Brasil no período.
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Também figuraram entre os principais destinos Emirados Árabes Unidos, Egito, Rússia, Hong Kong, Arábia Saudita e Israel.
Além disso, países como Vietnã, Peru e Filipinas apresentaram crescimento expressivo no volume importado, assim como mercados da África e do Oriente Médio, reforçando a diversificação geográfica das exportações brasileiras.
Para Roberto Perosa, presidente da Abiec, o desempenho reflete a resiliência do setor mesmo em um ambiente internacional mais complexo.
Segundo ele, questões geopolíticas e a menor produção de carne em vários países não impediram que o Brasil mantivesse volumes elevados de embarques.
A carne bovina brasileira hoje chega a 177 países, o que ajuda a sustentar o ritmo das exportações e a presença do produto nos principais mercados globais.
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