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Ambipar pode ser condenada por abuso de poder sobre controladas
Publicado 10/12/2025 • 06:00 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 10/12/2025 • 06:00 | Atualizado há 2 meses
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Thomas Fuller / SOPA Images via Reuters Connect
Logo da Ambipar
A Ambipar pode ser condenada por ‘raspar o caixa’ de algumas subsidiárias, se comprovadas as acusações de ao menos quatro sócios minoritários, que mencionaram a obrigação de repasses diários para a holding após o pedido de recuperação judicial, o que caracterizaria o caso como abuso de poder de controle, afirmou o presidente do Instituto Empresa, Eduardo Silva.
Criado para atuar na defesa de investidores minoritários, o instituto Empresa vem acompanhando de perto a história da Ambipar e do Banco Master. “A Ambipar, exercendo o controle, deve fazê-lo em prol da empresa e da Companhia, bem como em benefício do conjunto dos acionistas. O artigo 246 da Lei das Sociedades Anônimas prevê que, nessas circunstâncias, a empresa controladora pode ser condenada a indenizar a controlada”, afirmou Silva.
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Sócios minoritários de empresas adquiridas pela Ambipar acusam a holding de drenar o caixa das controladas, obrigando as empresas a transferências diárias de recursos, criando risco de caixa para essas empresas, muitas das quais não tiveram sua compra quitada pela Ambipar.
Procurada, a Ambipar afirmou que não irá comentar.
Ao menos quatro empresas, Drypol Ambipar Environmental Pet Solutions, Ambipar Environment Circular, Ambipar Environment Circular Economy FPI e Ambipar CBL Indústria e Comércio de Manufaturados, entraram com processo questionando a inclusão delas na recuperação judicial do grupo, informou o site Pipeline, por se tratarem de operações superavitárias, que não precisavam negociar dívidas.
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Jornalista formada pela Universidade Mackenzie e pós-graduada em economia no Insper. Tem passagem pela Climatempo, CNN Brasil, PicPay e Revista Oeste. É redatora de finanças no Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC. Eleita uma das 50 jornalistas +Admiradas da Imprensa de Economia, Negócios e Finanças de 2024.
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