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Crise da Enel: empresa pode perder concessão em São Paulo; entenda o que está em jogo
Publicado 17/12/2025 • 12:12 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 17/12/2025 • 12:12 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Após a queda de eletricidade que deixou quase 2,2 milhões de pessoas no escuro na Grande São Paulo, os apelos para a saída da Enel aumentaram.
Na terça-feira (16), o governo e a prefeitura de São Paulo anunciaram que foi solicitado à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) um pedido de caducidade do contrato da Enel. O intuito é interromper a concessão de distribuição de energia elétrica atribuída à empresa.
Nesse sentido, a Enel é a responsável pela eletricidade da capital paulista e por outros 23 municípios da região metropolitana. No entanto, a temporada de chuvas e vendavais ilustra a capacidade da empresa de lidar com crise. Até a terça-feira (16), sexto dia após os eventos, havia mais de 30 mil residências sem luz em cidades como São Paulo, Cotia e Osasco.
No mesmo dia, uma nova chuva atingiu a Grande SP, fazendo com que esse número voltasse a ultrapassar os 46 mil imóveis atingidos. Nesse caso, além da capital, moradores de Osasco e São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, também foram afetados.
A insatisfação é de longa data. Mesmo assim, foram os eventos da semana passada que impulsionaram as ações dos representantes de São Paulo. Isso porque, sete dias depois dos ciclones extratropicais passarem, milhares de pessoas continuam sem energia elétrica.
Leia também: Com 30 mil imóveis sem energia, Enel soma R$ 77,7 milhões em multas do Procon-SP
“É insustentável a situação da Enel em São Paulo, ela não tem mais condição de prestar serviço, tem um problema reputacional muito sério, tem um problema de deixar a nossa população na mão de forma constante”, disse Tarcísio de Freitas, governador do estado.
Só na capital paulista, 5,8 milhões de residentes dependem da Enel, o que equivale a 75% do total envolvido na concessão. Sendo assim, o prefeito Ricardo Nunes corroborou com a fala de Freitas. Para Nunes, os eventos recentes demonstram a incapacidade da empresa de manter seus compromissos diante de crises.
Leia também: Nunes pressiona MME por Enel e diz que situação ‘chegou ao limite’
“Nós estamos completamente unidos, governo federal, governo do estado e governo do município de São Paulo, para iniciar um processo rigoroso, regulatório e esperamos que a Aneel possa dar a resposta o mais rápido possível ao povo de São Paulo”, concluiu o ministro Alexandre Silveira sobre a Enel. As informações são da Agência Brasil.
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