Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Deezer e TIM renovam parceria com foco em novos planos e experiências para usuários
Publicado 07/05/2026 • 18:28 | Atualizado há 5 meses
OpenAI é processada em oito estados nos EUA devido a preocupações com a segurança do ChatGPT
Bank of America contratou 1.000 terceirizados para corrigir falhas de software expostas pelo Mythos da Anthropic
Trump vai recorrer da decisão que impede a Casa Branca de banir a MS NOW, a CNN e a Politico
Netflix demite mais de 1.000 funcionários, cerca de 6% de seu quadro, em meio à desaceleração do crescimento
ASML divulga resultados acima da expectativa do mercado, carteira de pedidos até 2030 e ações puxam índices europeus
Publicado 07/05/2026 • 18:28 | Atualizado há 5 meses
KEY POINTS
A Deezer e a TIM renovaram uma parceria estratégica no Brasil com foco em novos planos, experiências exclusivas e ampliação do acesso a conteúdos musicais, afirmou Rodrigo Vicentini, general manager da Deezer na América Latina.
Em entrevista ao Times Brasil — Licenciado Exclusivo CNBC, o executivo disse que a aliança entre as empresas busca reduzir barreiras de acesso ao streaming e aproximar usuários de artistas, playlists e conteúdos personalizados.
“A gente tem uma parceria com a TIM de longa data e as marcas têm buscado a Deezer para evitar fricção e oferecer o melhor da música. Estamos super animados com essa renovação por mais alguns anos, onde vamos oferecer experiências bacanas, novos planos e aproximar os fãs de seus artistas favoritos através da nossa grande parceira”, afirmou.
Vicentini disse que a Deezer tem como diferencial a curadoria de playlists e o uso de tecnologia para adaptar o consumo de música ao perfil dos usuários. No Brasil, afirmou, a demanda por áudio é elevada ao longo do dia, desde as primeiras horas da manhã.
Leia mais:
ABC Brasil registra lucro de R$ 230,2 milhões com avanço da margem financeira
CEO do McDonald’s diz que consumo pode estar “ficando um pouco pior”
Shell mais que dobra lucro ajustado, mas prevê queda na produção
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCO executivo também destacou a relevância dos podcasts para a estratégia da companhia no país. Segundo ele, o Brasil está entre os maiores mercados do mundo no segmento, com forte consumo de conteúdos ligados a informação, cultura e esporte.
“O mercado brasileiro de podcast é um dos maiores do mundo e é uma forma do brasileiro se conectar com informação, cultura e esporte. Então, oferecer os melhores conteúdos disponíveis é extremamente estratégico e uma ferramenta super importante para a Deezer atualmente”, disse.
Para os próximos anos, Vicentini afirmou que a Deezer deve ampliar o uso de inteligência artificial para avançar na hiperpersonalização. A estratégia envolve analisar o perfil de cada usuário para recomendar músicas, playlists e experiências mais alinhadas ao momento de consumo.
Segundo ele, a personalização também pode ir além do aplicativo, com ações voltadas a aproximar fãs de seus artistas favoritos, como experiências ligadas a shows e eventos.
“Investimos para oferecer o que você quer escutar na hora certa, seja para a academia ou um jantar. Temos o lado de sugerir playlists de acordo com o perfil de consumo e o ‘mood’ do dia, garantindo que o usuário receba as melhores músicas de acordo com o seu momento específico”, afirmou.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
DECISÃO 2026: Flávio Bolsonaro tem 55% dos votos válidos contra 45% de Lula no segundo turno, aponta pesquisa Gerp
2
Brasil pode superar os Estados Unidos e se tornar maior exportador agrícola do mundo em 2026
3
Médicos acionistas da Oncoclínicas cobram auditoria e questionam gestão em meio à crise financeira
4
Fim da escala 6×1: economista aponta dois serviços que podem ter aumento de preço
5
Fim da escala 6×1 pode encarecer produtos e aumentar informalidade, avalia economista